O Porto MOVE-ME

MOVE-ME é um serviço implementado no âmbito da medida 8.8 do projecto europeuCIVITAS ELAN.
Esta aplicação é um protótipo desenvolvido pela empresa OPT em parceria com as operadorasSTCPMetro do Porto e algumas operadoras privadas da associação ANTROP, com o intuito principal de melhorar a qualidade e o acesso à informação de transportes públicos no Porto.
A informação de base para o cálculo de rotas, como informação de rede, horários, paragens e destinos são da responsabilidade exclusiva das operadoras.
Os roteamentos e partidas das operadoras Metro do Porto e STCP poderão fornecer dados em tempo real até um máximo de 60 minutos. O planeador de rotas tem uma janela temporal de 3 dias.
Recentemente a operadora CP - Comboios de Portugal passou também a colaborar no projecto, fornecendo os dados sobre os serviços urbanos do Porto
A informação dos pontos de interesse foi cedida pelo Município do Porto.



O Porto Move-Me

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Já há fotos do Galaxy Note 5 e S6 Edge Plus

O lançamento oficial só está marcado para daqui a uma semana, mas já circulam fotos dos novos topos de gama da Samsung e até rumores sobre as especificações.

As fotografias foram divulgadas por Evan Blass, que tem um histórico na revelação de imagens antes dos lançamentos oficiais. No Twitter, Blass publicou aquilo que diz serem as imagens a divulgar para a imprensa, no momento do lançamento dos novos telefones. O Galaxy S6 Edge Plus vai ser uma evolução do S6 Edge, mas com um ecrã maior. Por outro lado, o Note 5 é bastante semelhante ao Galaxy S6, com acabamentos em metal e vidro.
O Note 5 deve trazer um ecrã de 5,66 polegadas, resolução de 2560x1440 pixéis, processador Exynos 7420 de oito núcleos, 4 GB de RAM e 32 GB de armazenamento, com uma câmara traseira de 16 MP e frontal de 5 MP. A parte de trás já não pode ser removida e a slot de microSD também não foi incluída neste novo modelo.
A Samsung deve apresentar os dois aparelhos a 13 de agosto.

EI

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Curso online ensina crianças a identificar conteúdos falsos na Internet

O curso “Fake! Como separar o trigo do joio na Internet” visa ensinar as crianças a detetar perfis falsos no Facebook ou mensagens de phishing para que consigam navegar online com maior segurança.

O projeto MiudosSegurosNa.Net anunciou o pré-lançamento do seu segundo curso, "Fake! Como separar o trigo do joio na Internet", destinado a ensinar famílias, escolas e comunidades a distinguir conteúdos falsos e enganadores na Internet, e que será lançado a 1 de setembro.
Tal como o curso anterior, "Iniciação à segurança de crianças e jovens na Internet", também este fará uso dos princípios do micro-learning incluindo um conjunto de micro-lições em vídeo até 5 minutos, acrescidos de atividades e recursos que poderão ser acedidos nas datas, horários e locais que forem mais convenientes aos alunos.
O acesso poderá ser feito por computador, smartphone e tablet (iOS e Android). De acordo com comunicado oficial, o curso ficará disponível de forma vitalícia numa plataforma internacional de cursos online, onde os alunos o poderão fazer as vezes que desejarem e revisitar as lições que quiserem, tendo ainda acesso a novas lições, atividades e recursos que venham a ser disponibilizadas no futuro.
O objetivo é que as crianças passem a conseguir detetar, por exemplo, mensagens de phishing ou perfis falsos no Facebook e evitar que sejam vítimas de fraudes.
Os potenciais interessados podem inscrever-se até 31 de agosto neste link e, segundo informação oficial, terão direito a um desconto, ficando o curso a €5.
EI

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Sony lança smartphone com câmaras de 21,5 e de 13 MP

A Sony apresentou o Xperia M5, um novo smartphone de gama média superior cuja principal aposta passa pela vertente da fotografia.



Imagem é a palavra-chave quando se fala no novo Xperia M5. O terminal da Sony conta com uma câmara traseira de 21,5 MP e uma frontal de 13 MP, além de Zoom 5x Clear Image, auto-foco híbrido de 0,25 segundos e capacidade de gravar vídeo em 4K.
O terminal apresenta um ecrã Full HD de 5”, cantos em aço inoxidável e, como é habitual nos telemóveis de topo da Sony, é à prova de água e poeiras. Incorpora um processador MediaTek Helio X10 de oito núcleos, 3 GB de RAM e bateria de 2600 mAh.
Estará disponível nas versões single e dual SIM, sendo que a Sony ainda revelou o preço de nenhum destes modelos.
EI

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Nudist Camp

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Marta - J.Giesta

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BMW pode estar a preparar mais carros elétricos

O CEO da BMW deixou no ar a possibilidade de a fabricante poder estar a preparar mais modelos de carros elétricos.

BMW i3
«Entre o i3 e o i8, há espaço, se olharmos de uma perspetiva dos números», disse Harald Kruger, citado pela Reuters. A pergunta era sobre se a empresa estaria a preparar novos modelos de carros elétricos e foi assim que o CEO respondeu, recusando-se a fornecer mais detalhes. Soube-se na semana passada que a BMW está em conversações com a Apple para produzirem um carro mais ecológico.
O carro feito por esta parceria pode ser um modelo elétrico, mas também deve haver novidades em relação à ligação do carro à Net, pois espera-se que o novo modelo esteja sempre conectado.
Os executivos de topo de ambas as empresas já se reuniram por algumas vezes, possivelmente para aprofundar melhor a parceria.
EI

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Microsoft interessada em investir na Uber

A Uber continua ativa no mercado e está a reunir uma nova vaga de investimentos. A Microsoft é uma das candidatas a uma fatia da empresa que vai ficar avaliada em 50 mil milhões de dólares.

Apesar de toda a contestação em vários mercados, a Uber continua a sua expansão a um ritmo rápido. Está presente em 50 paises e 300 cidades e a contratar motoristas e a acrescentar mais carros à sua frota. Enquanto cresce, continua a investir em lóbis políticos e em batalhas judiciais contra os reguladores locais. A empresa está agora a reunir uma nova vaga de investimentos e a Microsoft pode comprar a sua entrada também.
De acordo com o Wall Street Journal e a Bloomberg, a Uber já terá terminado a sua ronda de angariação. A Microsoft é um dos investidores e o total de investimentos chega a mil milhões de dólares, o que valoriza a empresa em 50 mil milhões de dólares no total.
A Google também investiu na Uber no passado, mas as duas empresas estão quase numa rota de colisão, com ambas a investirem nos carros autónomos e noutros serviços deste segmento. A Microsoft vendeu recentemente o serviço de mapas Bing à Uber, transferindo a tecnologia e os recursos humanos do projeto para a empresa. Agora, a Uber conta com dois gigantes tecnológicos como investidores.
EI

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Interpol quer combater crime na Darknet

A agência de polícia internacional tem uma formação específica de cinco dias sobre os serviços Tor, mercados online ilegais e cripto-moedas para ajudar a combater os crimes na Darknet.

A primeira versão do curso de cinco dias terminou agora, em Singapura e estiveram presentes agentes da Interpol de todo o mundo, desde a Indonésia à Suécia. A próxima sessão vai decorrer em Bruxelas, com um novo grupo de formandos, noticia a ZDNet.
A Interpol, para este curso, criou a sua própria Darknet, com cibermoeda privada e um mercado online simulado, recriando o ambiente que se vive no lado oculto da Net. Os alunos do curso usaram os serviços do Tor para perceber como funcionam na realidade e simularam ainda o encerramento dos mercados online.
A privacidade oferecida pelo Tor atrai os criminosos que pretendem usar o sistema para, por exemplo, comprar e vender armas ou drogas online, a coberto do anonimato. Com uma grande vaga de criminosos a manter atividades online, as autoridades têm de estar preparadas para intervir no mundo virtual. Este curso da Interpol vai ajudar a partilhar melhor a informação entre os agentes para que operações como a que acabou com o Silk Road há dois anos se tornem realidade cada vez mais frequentes.
EI

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Academia de Código abre inscrições para curso de programação

A empresa quer formar, gratuitamente, licenciados que estejam em situação de desemprego para os requalificar na área das Tecnologias da Informação e dá garantia de estágio.


O curso de programação começa em setembro e tem uma duração de 14 semanas, contando com várias empresas associadas que dão garantias de colocação em estágios. As candidaturas estão abertas até 16 de agosto.
Este é o primeiro curso da Academia de Código e funciona como um piloto para a operacionalização da ideia que deu vida à empresa, abrangendo 15 formandos em Lisboa, mas poderá alargar-se a outras regiões do país em 2016. O perfil dos candidatos aponta para licenciados, desempregados, com menos de 31 anos.
A Academia de Código está a colocar no terreno a ideia de requalificar desempregados com formação superior noutras áreas para trabalharem em TI, que lhe garantiu o maior número de votos no Orçamento Participativo de 2014, em Lisboa. 
"O nosso objectivo é ajudar os jovens licenciados portugueses que estão no desemprego a mudarem a sua vida, aprendendo a programar. Em Setembro começamos com este primeiro curso, que é financiado pelo Orçamento Participativo da Câmara Municipal de Lisboa. Mas depois de provado o modelo, em 2016 esperamos chegar já a outros distritos e, a médio prazo, estar em todo o país", explica João Magalhães, CEO da Academia de Código.
A Academia já tem a decorrer um piloto para alunos do primeiro ciclo das escolas básicas, o Academia de Código Júnior, que pretende ensinar as crianças a programar através de softwares criados com esse propósito e da interacção com robots desenvolvidos pela empresa. As aulas já decorreram no último ano lectivo, em três escolas públicas da região de Lisboa, e para setembro está previsto o alargamento da iniciativa em diversos colégios privados.
TeK

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O LG G4 é possivelmente o smartphone mais injustiçado do ano

Não é fácil viver na sombra dos Samsung Galaxy S6. Mas a verdade é que o LG G4 tem mérito suficiente para poder bater-se pelo título de melhor smartphone da atualidade. Tem os seus defeitos, mas as qualidades ganham por larga margem.


Com a apresentação dos Galaxy S6 e Galaxy S6 Edge a Samsung roubou a “cena” dos smartphones do primeiro semestre. Os equipamentos têm tudo: design arrojado, um modelo futurista, especificações do melhor que há e um desempenho que poucos conseguem atingir.
Pelo meio foram surgindo mais smartphones, alguns melhores do que outros. Nesta “torrente” esteve o LG G4, o mais recente topo de gama da marca. Mas a verdade é que mesmo após a sua apresentação, nunca conseguiu provocar o mesmo impacto que os rivais sul-coreanos.
Lendo algumas análises, ouvindo algumas opiniões de consumidores e após as semanas de teste ao equipamento, fica uma certeza: o LG G4 é forte candidato a smartphone mais injustiçado do ano. Mas também é candidato a melhor smartphone da atualidade.

Fazendo desta análise um julgamento especial - onde sou advogado de defesa e acusação -, tenta-se perceber afinal que posição é esta na qual a LG e o seu smartphone de referência se encontram.
Começando pelos factos, isto é, por aquilo que o telefone realmente vale, deixa-se para o fim as outras considerações “legais” sobre esta posição pouco confortável que o equipamento vive.
Acusa-se o G4 de ter evoluído pouco no design#InocenteUma das acusações que fazem à LG é que este novo smartphone não apresenta uma evolução física muito grande face ao modelo anterior - as críticas são feitas tendo em conta o “salto” que a Samsung deu. E isto não é de todo verdade. Houve uma menor evolução do G3 relativamente ao G2, por exemplo, do que do G4 para o G3.
Apesar de o aspeto global do smartphone ser semelhante, a verdade é que o novo modelo tem linhas mais arrojadas, tem um design mais moderno, tem um maior cuidado na construção e tem um formato curvo.
A curvatura do smartphone herdada de dispositivos como o G Flex e G Flex 2 é uma mais valia. A nível ergonómico ganha aos outros telemóveis e isso é ainda mais sentido quando se volta a encostar um smartphone “tradicional” à cara - já não é tão “jeitoso”, já não encaixa tão bem, já não é tão natural.
A curvatura acaba ainda por produzir um certo efeito de fluidez quando está a ler páginas Web ou a consultar as redes sociais. Não é um efeito tão espetacular como nos outros smartphones curvos da marca, nem causa um efeito imersivo na visualização de vídeos.
Tem até um inconveniente: se quiser escrever com o smartphone pousado na mesa ele vai parecer um barco numa tempestade no mar, balançando de um lado para o outro.
O LG G4 é um smartphone bonito, bem trabalhado, mas admito que não seja um smartphone para todos os tipos de público. Mesmo apostando em construções diferentes na parte traseira do dispositivo - pele, cerâmica e metal -, o dispositivo parece apontar para um segmento mais masculino e de certa forma até mais “corporativo”.

A LG continua a apostar num sistema de smartphone aberto, no qual é possível remover a capa traseira do equipamento dando acesso à bateria amovível, ao cartão SIM e ao cartão de memória. Por isto perde um pouco na qualidade de construção, área que necessitará de reforçar no próximo modelo.
É por ainda apostar nesta estratégia da capa que acaba por não conseguir um feeling tão premium como o iPhone 6, como o Samsung Galaxy S6 ou como o HTC One M9. O LG G4 não tem aquela construção em metal robusta e não tem um corpo feito de vidro. Mas não é por isso que deixa de ter um bom toque na mão, mas não se safa das críticas.
Acusa-se o G4 de não ter usado as melhores especificações do mercado#MeioCulpadoOutra crítica apontada à LG está relacionada com a escolha do processador. A tecnológica optou pelo Snapdragon 808 - processador de seis núcleos -, quando há dispositivos rivais com o Snapdragon 810 - com um total de oito núcleos.
A LG explicou que foi uma escolha propositada e que trabalhou de perto com a Qualcomm para otimizar o chip para o telemóvel. Uma das vantagens seria o consumo energético.
Esta parte não posso confirmar. Se houve elemento que sempre gostei nos topos de gama da LG foi a autonomia da bateria, que conseguia chegar sem grande dificuldade aos dois dias. Apesar da bateria de 3.000 mAh do G4, a verdade é que chegava ao final do dia sempre abaixo dos 20%, quando numa utilização ativa. Numa utilização mais passiva o smartphone aguenta cerca de dia e meio.
Foi aliás de todas as características do telemóvel aquela que mais desiludiu. Pelas experiências anteriores e pela “desculpa” da otimização era de esperar mais.
No entanto não fico totalmente surpreendido do porquê de a bateria apresentar uma autonomia menor. O smartphone é um portento a nível multimédia e isso tem um preço.
O ecrã é do mais definido que já vi num dispositivo móvel, ganhando claramente ao modelo G3 apesar de resolução ser a mesma: 2.540x1.440 píxeis. As grandes diferenças estão nos níveis de brilho - muito bons, mesmo a rondar os 60% de luminosidade - e nas tonalidades bem saturadas. As cores são apelativas, mas não são agressivas. As cores são naturais, não artificiais como alguns ecrãs AMOLED.
E ao contrário do que acontece noutros modelos da marca, onde por vezes parece haver uma saturação de cores específicas, com o LG G4 esse problema foi corrigido.
Jogar, ler na Internet ou consumir um vídeo 2K no YouTube são experiências que valem mesmo a pena neste smartphone. Aqui nada a apontar.

Relativamente ao desempenho geral do processador a verdade é que os dois núcleos a menos não se sentem. Talvez no futuro, quando os jogos e as aplicações ficarem mais exigentes, isso será algo que fará a diferença. Neste momento o LG G4 tem um desempenho super fluído, sem engasgos e tal como um smartphone topo de gama deve apresentar.
Seja no arranque de aplicações, seja na troca entre as mesmas, seja no carregamento de páginas Web, tudo é rápido no dispositivo. Os 3GB de memória RAM que o smartphone apresenta permitem que o utilizador tenha cerca de 75 aplicações semi-ativas no gestor de tarefas, algo que também não se encontra em qualquer smartphone Android.
Para a fluidez geral contribui também a versão costumizada do Android da LG. É leve, sem grandes “invenções”. Tem aliás alguns truques muito bem vindos - como a possibilidade de ter duas aplicações abertas em simultâneo ou de ter um bloco de notas que guarda automaticamente tudo aquilo que o utilizador copia.
Outra funcionalidade que vem de equipamentos anteriores, mas que para mim continua a ser uma mais valia, é o Knock Code. Batendo em determinadas zonas do ecrã, é possível desbloquear o smartphone. E talvez por parecer meio aleatório aos olhos das outras pessoas, acaba por transmitir uma maior sensação de robustez.
Destaque ainda para o Smart Bulletin, uma página que fica no ecrã mais à esquerda do ambiente de trabalho e no qual o utilizador pode ter informações contextuais sempre à mão: do LG Health, do calendário ou da aplicação de música por exemplo.
A verdade é que nada disto é revolucionário e muitas características são antigas. Mas conjugadas e disponíveis de forma simples como estão, acabam por criar uma experiência Android diferenciadora e que por vezes é mais prática e pragmática.
Acusa-se o G4 de ter a melhor câmara num smartphone#CulpadoEsta é uma acusação discutível. Para alguns utilizadores será o iPhone 6 que tem a melhor câmara no smartphone. Para outros será o Galaxy S6. Tendo já utilizado esporadicamente os dois dispositivos - e não de forma muito intensiva - fica no entanto a sensação de que no geral o LG G4 entrega melhores resultados.
Melhor do que lido, só visto. Fica aqui uma galeria com alguns dos exemplos conseguidos. O destaque está claramente na definição das imagens e nas captação muito fiel de cores:

Além dos aspetos já referidos, há também um “respeito” muito grande pelos contrastes, pelo que aquilo que o smartphone capta é de facto aquilo que está à frente dos olhos. O facto de o ecrã ter uma alta densidade de píxeis por polegada também ajuda a dar mais vida às imagens, mas esta é uma simbiose que todos os fabricantes deveriam seguir.
A focagem é ultrarrápida e de grande qualidade. E mesmo em condições de baixa luminosidade consegue captar muito bem a forma dos elementos, destacar a devida luz e manter os contrastes verdadeiros.
Mas além da qualidade inegável, há mais a dizer sobre as capacidades fotográficas do LG G4.
Em primeiro lugar a rapidez com a qual capta imagens. No momento em que o utilizador está a pousar o dedo no botão de ação, é como se o telemóvel já soubesse e tirasse de imediato a fotografia.
Depois um louvor muito positivo para o modo manual que foi incluído na aplicação da câmara do equipamento. É possível controlar a velocidade do obturador, o ISO, a focagem e até o balanço de brancos. Se é um purista da fotografia saiba ainda que o smartphone permite guardar os ficheiros RAW das imagens.
Apesar de tudo ser simples no interface da câmara, por vezes parece que é também demasiado simples. Senti falta de mais “brincadeiras” como aquelas que foram incluídas no Zenfone 2 e noXperia Z3. Pois uma boa câmara fotográfica não serve só para coisas sérias, a fotografia é algo que se quer divertido e imaginativo. O facto de não haver um menu de configurações para o vídeo também foi um aspeto que acabou por não agradar.

Continuo a defender que há coisas que só as máquinas fotográficas tradicionais conseguem dar aos utilizadores. Mas este LG G4 começa a quebrar barreiras. “Envergonha” um grande número de máquinas compactas que existem no mercado e certamente que daria uma boa segunda câmara para um fotografo profissional.
Os que gostavam de aprender um pouco mais sobre os controlos manuais da fotografia também têm aqui uma boa oportunidade de investimento.
Acusa-se o G4 de ser incapaz de competir com o Galaxy S6#InocenteÉ verdade que a LG escolheu um caminho diferente do da Samsung. E parece-me verdade que a Samsung sai a ganhar numa luta direta, sobretudo por uma questão de design e de materiais de construção. Quem gasta mais de 600 euros num smartphone gosta de ter acesso ao melhor e o topo de gama da Samsung parece-me mais fácil de justificar neste sentido.
Mas isso não significa propriamente que o Galaxy S6 seja melhor telemóvel que o LG G4 - e vice-versa. Tal como tem acontecido nos últimos anos, estarão os dois muito equilibrados e próximos ao nível do desempenho.
A câmara do LG é portentosa e uma verdadeira DSLR de bolso. O ecrã também me parece ser dos melhores - se não mesmo o melhor - que existe num smartphone. O desempenho está lá, as personalizações de software também.
Querendo isto dizer que o LG G4 é mais uma resposta à pergunta “qual o melhor smartphone do mercado”. Tirando a autonomia, não houve nenhum ponto que desiludisse. Até em aspetos aos quais os utilizadores parecem já não ligar tanto, como a qualidade das chamadas, o dispositivo apresenta um desempenho acima da média.
A LG está no entanto a sofrer na pele o que a Samsung sofreu nos anos anteriores. A LG ganhou ao nível do entusiasmo a batalha de smartphone mais interessante com o G2 - contra o Galaxy S4 - e com o G3 - contra o Galaxy S5. Arriscou mais, inovou e isso compensou.
Agora a Samsung deu um salto de gigante e apesar das evoluções feitas pela LG parece que a empresa ficou parada no tempo. Terá de saber lidar com as críticas e a melhor forma de o fazer é mostrar realmente o que o seu mais recente topo de gama consegue fazer. Pela qualidade que o dispositivo apresenta é o mínimo que a marca pode fazer, ir à luta por ele.
Veredito finalSobre o que vai acontecer daqui para a frente poucos podem falar. Mas pelo que se passou até ao momento o LG G4 é um forte candidato a smartphone mais injustiçado do ano.

Tem tudo o que se pede de um smartphone topo de gama, mas arrisca-se a nunca sair da sombra do seu concorrente mais direto. O mesmo já se passou noutras ocasiões e com outras marcas - HTC One M7 e Sony Xperia Z2 relativamente aos smartphones da Samsung, por exemplo.
Mas nada tira o mérito ao que a LG conseguiu atingir. No entanto também fica uma grande certeza: será preciso uma remodelação séria nesta gama topo de gama se a tecnológica quiser roubar o “show” da concorrência nos próximos meses. O mesmo já foi dito da Samsung no passado e agora o recado vai para a LG: é preciso apostar ainda mais na qualidade de construção do telemóvel.
A curvatura é futurista, mas a construção “plástica” não convence. A pele dá um toque mais profissional, mas não é o estilo premium pelo qual os consumidores agora anseiam. Mas de resto nada a apontar: é um grande smartphone em tudo e um dispositivo que deve ser sempre considerado na hora de aquisição de bom smartphone.
O que “safa” a LG é que marcas como a HTC e a Sony estão a apresentar uma estratégia menos agressiva e isso dá mais margem de manobra à tecnológica sul-coreana no mercado dos topo de gama.
Aproveitando que tem uma das melhores câmaras e um dos melhores ecrãs do mercado de smartphones, é preciso potenciar estes itens e mostrar aos consumidores que logo ali no expositor ao lado está um smartphone tão capaz ou até melhor que a concorrência.
A luta pela posição de melhor smartphone do mercado está bonita e os grandes beneficiados são os consumidores: cada vez há melhores dispositivos, com características cada vez mais arrebatadoras.
TeK

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Há um mapa de Portugal para quem se quer manter em forma

Nem só de ginásios se faz a prática regular de exercício físico. O FitMap quer por no mapa a oferta nacional de ciclovias e locais gratuitos para praticar desporto, numa plataforma que ainda está a crescer.


Corrida, Futebol, Bicicleta, Basquetebol, Voleibol, Skate, Mini golfe, Ténis, Rugby, Caminhada, Canoagem, Escalada,Patinagem, Circuito de manutenção ou Ginásio ao Ar Livre. As modalidades listadas são muitas e variadas no FitMap e não deixam margem para desculpas.
A iniciativa é da DECO quer quer a ajuda de todos para manter a informação atualizada e classificar os locais, ou alertar para algum dano que precise de ser reparado. As autarquias são também um dos players essenciais para que o mapa seja mais completo.
No mapa é possível ver que alguns concelhos têm sido mais ativos no fonecimento de dados, e para o Sul do país há ainda pouca informação, mas a ideia é que a plataforma vá crescendo.
No site há ainda vários artigos com conselhos úteis sobre as várias práticas desportivas que podem ajudar a preparar-se para ficar em forma.

TeK

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Lentes holográficas da Microsoft chegam no próximo ano para programadores

Ainda vai demorar até que as HoloLens possam ser usadas pelo comum dos mortais, mas algures em 2016 vão estar nas mãos dos programadores, segundo o CEO da Microsoft.


Em entrevista à BBC acerca do lançamento do Windows 10, Satya Nadella mencionou as lentes holográficas como um projeto a cinco anos, que começará por ter uma versão para programadores e só depois se pensará numa utilização mais comercial, “que irá evoluir”.
“O objetivo atual é avançar com o lançamento de uma primeira versão para programadores e empresas dentro da janela temporal do lançamento do Windows 10, ou seja, ao longo do próximo ano”, referiu o presidente da Microsoft.

A Microsoft apresentou as HoloLens no início deste ano como “o primeiro computador holográfico do mundo”. Estas  lentes especiais permitirão ver recriações tridimensionais de elementos digitais no espaço real.
As HoloLens vêm equipadas com CPU e GPU para poderem fazer a sua própria renderização de elementos, havendo um terceiro componente, um processador dedicado aos hologramas. Isso torna o dispositivo independente - não será necessário um PC nem um smartphone para poderem funcionar.
Os óculos da Microsoft têm também microfones integrados que permitem executar comandos de voz - como copiar e colar.
TeK

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Deixou escapar a Lua Azul? Pode ver aqui algumas fotos

O fenómeno relativamente raro da Lua Azul aconteceu na passada sexta feira e só volta a repetir-se em 2018. Se não conseguiu acompanhar pode recuperar as melhores imagens.


A Lua não ficou mesmo Azul, como o nome indica, mas gerou bastante interesse e não faltaram fotografias de agências, internautas e até astronautas, que usaram as redes sociais para partilhar as melhores fotos.
O fenómeno da Lua Azul é mais fácil de explicar do que o da Lua de Sangue, ou Lua Vermelha, que já ocorreu este ano em conjunto com o eclipse lunar mais curto de sempre: é preciso que o calendário propicie a ocorrência de duas luas cheias no mesmo mês. E isso aconteceu este mês de julho.
Observatório Astronómico de Lisboa (OAL) destacou que este é um fenómeno raro, e que a última ocorrência aconteceu em 2012, só voltando a repetir-se em 2018. 
A NASA também estava atenta ao acontecimento, mas quem esteve de olhos postos no Céu não viu mais do que uma Lua Cheia normal, até porque o astro não muda de cor apesar de ser muitas vezes representado com um tom azulado.  

A origem da designação da Lua Azul remonta ao século XVI, onde a observação a olho nu parecia conferir essa coloração, mas mais tarde o significado foi atribuído a algo muito raro, explica o OAL. Como o ciclo lunar tem 29,5 dias, é preciso uma combinação de calendário específica para acontecerem duas Luas Cheias no mesmo mês.
Veja ainda um vídeo com a explicação do fenómenol, partilhado pela NASA.
TEK

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Microsoft já reclama sucesso nas primeiras 24 horas do Windows 10

O objetivo é chegar aos mil milhões no espaço de um ano, mas nas primeiras 24 horas a procura tem sido sem precedentes, afirma a Microsoft. Nas primeiras 24 horas 14 milhões de equipamentos já corriam o novo sistema operativo e há muitos utilizadores à espera.






Num post no blog oficial da empresa, assinado por Yusuf Mehdi, a Microsoft admite que as primeiras 24 horas depois do lançamento do Windows 10, que foi feito de forma global a 29 de julho, têm sido incriveis e que a empresa está "humilde e agradecida" ao ver a resposta ao Windows 10. E pede paciência a quem ainda está à espera.

Já tinha sido divulgado um vídeo com um contador que mostrava um ritmo de 16 upgrades por segundo, mas agora a Microsoft divulga um novo número: nas primeiras 24 horas mais de 14 milhões de dispositivos já estavam a usar o novo sistema operativo.

A disponbilização dos upgrades gratuitos está a ser feita por fases, e a empresa ainda tem de garantir as "entregas" a todos os que reservaram o upgrade, assegurando que está a trabalhar 24x7 para continuar o processo.

"Estamos agradecidos com o vossa excitação e entusiasmo e apreciamos a vossa paciência nos próximos dias e semanas enquanto fazermos um roll out cuidadoso do Windows 10, por fases, para todos os que fizeram a reserva", explica o mesmo post

Assim que o upgrade estiver disponível e o software tiver sido descarregado os utilizadores vão receber uma notificação. Quem ainda não reservou pode fazê-lo no Get Windows 10 app para Windows 7 ou 8.1. A falta de um update pode justificar a ausência da notificação, como é explicado neste artigo.

A Microsoft realizou várias iniciativas de lançamento, de Sydney a Nairobi, passando por Londres e Nova Yorque, e partilhou algumas das imagens, às quais acrescentámos o pré-lançamento em Lisboa.

 TeK

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