Este autocarro usa cocó para andar. E ultrapassa os 100 km/h

O “Bus Hound” britânico conseguiu andar a mais de 100 km/h, um feito impressionante para um autocarro movido a biometano.

O metano proveniente de fezes de vacas é comprimido, liquidificado e armazenado em tanques dentro do teto do autocarro. Este material é depois usado para fazer com que o veículo se mova e, na sexta-feira, foi batido o recorde de velocidade, com o Bus Hound a conseguir passar a mais de 100 km/h.
O recorde de velocidade no Guinness para um autocarro está nos 200 km/h, pelo que este Bus Hound não terá entrado no livro dos feitos. Já se sabe que a próxima competição será entre o Bus Hound e o autocarro britânico movido a fezes humanas.
Veja um vídeo com o autocarro a bater a sua própria marca de velocidade.

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EI

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Lisboa, Oeiras, Porto e Bragança: são estes quatro municípios mais inteligentes de Portugal

Um estudo da IDC e da Nova IMS analisou 50 municípios de acordo com 47 indicadores. No final, distinguiu três grupos de municípios que se distinguem consoante as práticas de sustentabilidade e serviços inteligentes.

O castelo de Bragança

A consultora IDC e a Nova IMS acabam de dar a conhecer os resultados do estudo Portuguese Smart Cities Index 2015: Lisboa, Oeiras, Porto e Bragança (cujo castelo figura na foto) são os municípios que, segundo o estudo, lideram o ranking nacional de municípios inteligentes.  

O estudo tem por base análise de 50 municípios de acordo com 47 indicadores. Além do ranking que pretende refletir a evolução dos diferentes municípios, o estudo apresenta ainda os caminhos que poderão ser seguidos no que toca a vetores relacionados com a estratégia, os processos, a cultura, e tecnologias e dados. 

Em comunicado, Gabriel Coimbra, Diretor Geral da IDC Portugal, considera que «este estudo retrata a situação atual no território nacional, assim como analisa as principais componentes necessárias para os municípios evoluírem os seus modelos de gestão e de desenvolvimento, bem como estabelecerem a base de um futuro mais inteligente e sustentável».

O estudo da IDC e da Nova IMS distingue os 50 municípios nas categorias de Top, Competidores e Seguidores. No que toca à categoria de Top, encontram-se os quatro municípios que lideram o ranking (Lisboa, Oeiras, Porto e Bragança) e que têm se distinguem pela implementação de estratégias e projetos que fomentam a mobilidade, a eficiência energética e os serviços inteligentes. 
«Com exceção do Porto que está na média, estes municípios apresentam uma performance económica, demográfica e de utilização das TIC bastante acima da média», refere o comunicado da IDC.
No grupo dos Competidores, encontram-se os municípios de Guimarães, Coimbra, Viana do Castelo, Barcelos, Cascais, Aveiro, Oliveira de Azeméis, Matosinhos, Leiria, Faro, Braga, Évora, Funchal, Valongo e Loulé. Estes 15 municípios, apesar de não liderarem, apresentam valores acima da média no que toca aos indicadores estudados. 

Mais atrás, no grupo de Seguidores, encontram-se 31 municípios – quase todos com indicadores abaixo da média. 
 
 
EI

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Elon Musk criou uma escola por não gostar daquela onde os filhos andavam

O líder da Tesla e da SpaceX criou a escola Ad Astra para tentar encontrar estímulos mais adequados para os seus filhos. O estabelecimento de ensino conta com 14 alunos e não está dividido por classes.


Elon Musk não gostava da escola que os filhos frequentavam e resolveu criar uma, dando-lhe o nome Ad Astra (que significa ‘até às estrelas’ em latim). A revelação foi feita pelo líder da Tesla e da SpaceX durante uma entrevista a um canal de televisão de Pequim.

A escola não tem página de Internet ou presença nas redes sociais e conta com 14 alunos, sendo que o número deverá subir para 20 em setembro. Segundo o Business Insider, a Ad Astra é uma espécie de projeto experimental e maioria dos pais dos alunos são funcionários da SpaceX.

A escola não está dividida por classes, pelo que todos os alunos aprendem a mesma matéria ao mesmo tempo. Elon Musk entende que os estabelecimentos de ensino tradicionais não dão importância suficiente aos gostos individuais de cada aluno e que não se focam na resolução de problemas concretos. Por exemplo, o empresário defende que, para ensinar como funciona um motor, os alunos deveriam desmontar um e ir aprendendo ao longo do processo.

A entrevista televisiva serviu ainda para Elon Musk revelar que foi alvo de bullying durante a sua infância na África do Sul, relatando um episódio em que foi espancado por colegas de escola, tendo sido necessário receber assistência hospitalar. Além disso, a relação do empresário com o pai também não era boa, fatores que contribuíram para a mudança dele para os Estados Unidos.

Pode ver a entrevista no vídeo abaixo.



EI

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Transforme o smartphone num teclado e rato para o PC

A aplicação Mouse & Keyboard Remote pode ser útil em diferentes cenários e por isso merece um lugar no seu smartphone.

Não interessam os motivos, cada um terá as suas razões. Mas se lhe der jeito ter um teclado e um rato sem fios, então saiba que pode usar o seu smartphone para esse efeito.

Para isso precisa de instalar a aplicação Mouse & Keyboard que está disponível para o sistema operativo Android. É também necessária a instalação de um pequeno programa de servidor no PC, caso não tenha, mas as instruções são fáceis de seguir e são disponibilizadas pela própria app.

Depois é só usar a aplicação. Pode escolher usar o smartphone apenas como teclado ou então como rato. Também consegue misturar os dois conceitos.

Se depois estiver interessado pode ainda desbloquear, mediante pagamento, outras funcionalidades como replicação do ecrã do telemóvel no ecrã do PC, tudo através de uma ligação de Internet sem fios. 

TeK

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Até ao final de 2015 devem ser vendidos 7,2 milhões de Chromebook

 

Os portáteis com o sistema operativo Chrome OS da Google devem ver as suas vendas aumentarem significativamente. Mas parece cada vez mais que este é um mercado de nicho e assim se vai manter.

A Google nunca disse que queria tomar o mercado dos computadores de rompante. Mas a verdade é que aos poucos foram surgindo mais Chromebook, cada vez com características mais interessantes e quase sempre com preços acessíveis.

Em 2014 foram vendidos 5,7 milhões de Chromebook, sendo que em 2015 deverá haver um aumento de 27% nas vendas para um total de 7,2 milhões de unidades. Para o ano de 2016 a Gartner prevê vendas totais de 7,9 milhões de portáteis com o Chrome OS.

Apesar do crescimento, parece cada vez mais certo que os Chromebook vão continuar a ser um nicho de mercado alimentado sobretudo pela procura do segmento do ensino. No ano passado 72% das vendas foram para escolas e outras entidades de ensino.

O segmento empresarial continua a ter um baixo peso no mercado dos computadores com Chrome OS, apesar do esforço da Gooogle em tentar introduzir a máquina sobretudo junto de pequenas e médias empresas.

Já do lado do consumo mais tradicional os utilizadores que compram os Chromebook são acima de tudo consumidores de perfil tecnológico que escolhem o Chrome OS como um complemento a um outro computador que já têm em casa.

Ainda de acordo com os dados da Gartner fica-se a saber que a Acer é a líder neste mercado, seguida da Samsung e da HP, no segundo e no terceiro lugar respetivamente.

TeK

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Casa-móvel produz sua própria energia e pode ir para qualquer lugar do mundo


A Ecocapsule é a casa ideal para quem sempre sonhou em viver de maneira independente e viajar o mundo, ao mesmo tempo em que preza pelo conforto de um lar. Criada pelo escritório eslovaco Nice Archtects, esta pequena residência atende a todos esses desejos e vai além: é sustentável.
Um dos grandes destaques desta casa é o fato de não necessitar da energia fornecida pelas redes de transmissão. Sua superfície é coberta por placas fotovoltaicas e uma pequena turbina eólica, com 750 watts. Juntas, as duas estruturas garantem toda a energia necessária para o seu funcionamento. Para garantir o abastecimento, independente das condições ambientais, os criadores também usaram uma bateria que armazena o excedente energético para uso posterior.

 Apesar de pequena, a Ecocapsule possui todos os elementos essenciais necessários para uma estadia prolongada confortável, sem a necessidade de recargas ou reabastecimento. De acordo com os arquitetos responsáveis pelo projeto, ela abriga confortavelmente dois adultos.
 Esta casa-móvel é capaz de oferecer o mesmo tipo de conforto disponível em uma residência tradicional. Os moradores contam com torneiras, chuveiro quente e banheiros equipado com vasos sanitários com descarga. A água, assim como a energia, também é obtida de maneira sustentável. Sua forma esférica é otimizada para recolher a água da chuva e do orvalho. O recurso passa por um filtro e pode ser usado para o consumo humano. O mesmo sistema serve para limpar água de outros mananciais.
 Segundo os criadores, a Ecocapsule se encaixa em qualquer contêiner de tamanho padrão e também pode ser transportada através de reboque para qualquer lugar do mundo.
 Fonte: CicloVivo
 Site: Ecocapsule
 FB: Ecocapsule

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Tripaya: gaste apenas um minuto a descobrir o destino de férias dentro do orçamento

Quatro jovens portugueses juntaram-se para criar um site que indica pacotes de viagens e hotéis mais indicados para cada orçamento disponível. Tripaya funciona com o Booking.com e Skyscanner. E é grátis.


As férias de sonho de André Ramos podem ser um assunto só dele e da esposa, mas são também um momento incontornável na vida da Tripaya: «Aconteceu há dois anos. Não sabíamos para onde ir. Perdemos uma semana a ler blogues e a comparar ofertas». As férias em Santorini, Grécia, «foram espetaculares», mas não chegaram a tirar o trabalho da cabeça de André Ramos. E é assim que começa a ganhar forma o lançamento de um serviço de pesquisa de pacotes turísticos que tem como principal foco o orçamento disponível. Fará sentido? André Ramos responde: «Nós vendemos tempo. Em vez de uma semana a pesquisar na Net, o Tripaya apenas precisa de um minuto para apresentar resultados».

Em janeiro de 2014, com as férias de Santorini já remetidas para o álbum de família, André Ramos cria a Tripaya. A estreia que mais importa só viria a surgir a 15 de abril de 2015. Em 15 dias, o Tripaya, um agregador que apresenta ofertas que combinam pesquisas em repositórios de voos da SkyScanner e as bases de dados da Booking.com, chegou aos três mil utilizadores únicos. 

O funcionamento do site é fácil de explicar: o internauta indica a origem, refere datas de ida e volta, aponta o valor máximo que está disposto a pagar e diz o tipo de viagem que prefere (praia, neve, romance, etc.). Em poucos segundos, o site aponta no mapa os diferentes locais em que é possível passar uma temporada abaixo do valor máximo definido.

Por enquanto, o serviço apenas permite a escolha de pacotes turísticos na Europa. O que não impediu que, nos primeiros tempos, o agregador fosse usado por «muitas pessoas de outros continentes». «Não quisemos dar um passo maior que a perna e preferimos testar o serviço apenas na Europa. Mas queremos alargar a outros continentes no futuro», acrescenta André Ramos. 

Atualmente, a oferta pesquisável pelo Tripaya conta atualmente com um total de 500 destinos turísticos na Europa. André Ramos garante que o número é substancialmente mais elevado que o total de destinos apresentados que normalmente são apresentados pelas agência de viagens tradicionais, e aponta uma característica que pretende ser diferenciadora: «No Tripaya é possível encontrar destinos que não são conhecidos do grande público. Nas férias, as pessoas têm tendência a pesquisar apenas nos locais mais conhecidos. Um exemplo: em Portugal, há muita oferta para o Algarve, mas há poucos sítios que deem a conhecer a Costa Vicentina ou Tróia».

O Tripaya nada cobra aos internautas. As receitas provêm das comissões cobradas à SkyScanner e à Booking.com. André Ramos classifica a parceria com estas duas marcas como estratégica: «Somos uma nova marca no mercado, e temos de transmitir uma imagem credibilidade. E por isso assinámos acordos com a maior marca de reservas de hotéis e com a maior marca de reserva de voos de avião».
Em breve, a Tripaya deverá alargar o leque de parcerias. Desta feita, trata-se da entrada na incubadora Startup Lisboa, que está atualmente em conversações.

EI

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Investigadora portuguesa lidera descoberta de nova técnica para inserir tecnologia em têxteis

 

A tecnologia está quase tão perto do nosso corpo como a roupa. Num futuro próximo será ainda mais assim e as duas podem até misturar-se, para criar novas soluções. Tudo graças a uma descoberta liderada por uma investigadora portuguesa.

Helena Alves é a investigadora da Universidade de Aveiro a coordenar a equipa de cientistas que descobriu uma nova técnica para integrar elétrodos de grafeno transparentes e flexíveis em fibras têxteis.

Já era possível incorporar tecnologia na roupa, mas fazer dela "parte integrante de tecidos têxteis era impossível", sublinha Helena Alves, investigadora do CICECO - Aveiro Institute of Materials da UA, citada numa nota de imprensa divulgada pela instituição. A maior dificuldade estava no facto de os têxteis serem frágeis e por isso tolerarem mal os processos de nanofabricação que permitiam misturar outros materiais.

"Os vários processos desenvolvidos para incluir dispositivos eletrónicos nos tecidos necessitavam que uma grande camada de material fosse depositada, de forma a ser condutor, mas à custa da transparência e flexibilidade dos tecidos", acrescenta a investigadora.

Já descrita e publicada na última edição da revista Scientific Reports do grupo Nature, a nova técnica vai permitir à indústria têxtil produzir roupas com computadores, telefones, dispositivos de segurança ou baterias que carreguem o telemóvel com o calor do corpo, por exemplo.


Consiste na utilização de grafeno em monocamada, com crescimento controlado, suspenso numa solução aquosa e transferido para as fibras. A utilização de solventes compatíveis com as fibras têxteis e o facto de o processo poder ser realizado à temperatura ambiente garantiram-lhe sucesso.

TeK

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Morfina pode ser feita em casa

Investigadores da Universidade da Califórnia e da Universidade de Montreal acreditam que é possível alterar geneticamente levedura de forma a que este converta açúcar em morfina. A partir daí, o opiáceo pode ser produzido em casa.


A ideia de John Dueber e de Vincent Martin é que qualquer pessoa, sem equipamentos ou conhecimentos especiais, seja capaz de criar morfina em casa, só precisando de pouco mais que alguns recipientes, água e umas sementes geneticamente alteradas. O processo é semelhante ao que é usado por cervejeiros domésticos.

Dueber e Martin mudaram o genoma da levedura para facilitar o processo que leva à transformação de açúcares em morfina, através da fermentação de álcool, explica o Mashable.
A morfina é usada para alívio de dores e pode ser encontrada sob a forma líquida, em tablet, cápsula ou injetável. Em condições “normais”, a morfina é produzida a partir de sementes de papoila e é considerada uma droga, por ser considerada viciante, se tomada durante longos períodos. 

Este princípio ainda é só teórico, não tendo sido concretizado na realidade. Os críticos referem que a alteração genética da levedura é um processo complexo e que esta formulação teórica poderá ser usada também para o fabrico doméstico de drogas baseadas em levedura. Esta levedura é facilmente transportável e pode dar origem a novas drogas, especialmente no mercado europeu e norte-americano, onde a procura é grande. 

EI

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Teleportar a startup para a melhor localização

O serviço Teleport funciona como um gestor inteligente de localizações para startups. Existem várias cidades “quentes” no mundo onde as jovens empresas têm melhores condições para crescer mediante a sua tipologia de negócio.



Teleport

Uma startup nasce na Alemanha, mas isso não quer dizer que seja o melhor sítio para crescer e desenvolver. O centro empreendedor de Berlim até pode ser um dos mais desenvolvidos do mundo, mas imagine por exemplo que Portugal tem um ambiente favorável ao nível de biotecnologia. Como saber?

A empresa Teleport e os seus serviços querem ajudar nesta tarefa. As jovens empresas podem saber quais os grandes centros de empreendedorismo do mundo, quais as despesas médias da estadia na cidade, entre outras informações.

Numa altura em que as startups nascem viradas para a internacionalização e para a exportação, faz todo o sentido que sejam feitas oportunidades de avaliação sobre os melhores ambientes para o crescimento do negócio.

TeK

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Microsoft defende o fim do papel e canetas nas escolas

Uma executiva de Microsoft explica que as escolas atualmente parecem prisões, com tijolos, sem cores e sem nada de muito atraente. A solução pode passar pelo fim do uso de papel e caneta e substituição por soluções tecnológicas.


Lia De Cicco Remu, diretora de Partners in Learning da Microsoft, afirma que o uso de papel e caneta nas salas de aula não acompanha a evolução das crianças. Segundo esta executiva, as crianças atualmente não se exprimem usando um quadro e giz e escrevendo em cursiva. De Remu é a mais recente a juntar-se ao coro de críticos às escolas “tradicionais” e que defendem a utilização de tecnologias, como tablets, estiletes e apps para que as crianças aprendam mais, melhor e de forma mais interativa, noticia a Popular Science.
As salas de aula que integram tecnologias são vistas por estas pessoas como sendo mais interessantes, estimulantes da criatividade, motivação e auto-estima. 

Há vários estudos que demonstram que os alunos aprendem melhor e de forma mais rápida quando são usadas tecnologias e ecrãs táteis, face à utilização de métodos tradicionais como lápis e giz.
A responsável da Microsoft deixou também um recado aos professores reticentes em usar tecnologias: «Mudem ou saiam de cena. A sério, não é justo para as crianças».
 
 
EI

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Facebook criticado por criar uma web de “duas camadas” com a Internet.org

 

O projeto de Mark Zuckerberg, para criar uma “Internet aberta” está a gerar protestos de entidades de defesa da privacidade e direitos digitais: 67 entidades de 31 países publicaram uma carta aberta questionando a iniciativa.

A Internet.org, a iniciativa do Facebook que pretende levar Internet a todos os que ainda não têm acesso, foi atacada por 67 grupos de direitos digitais de várias partes do mundo, por não fazer o suficiente para promover a neutralidade da rede - garantindo que nenhum site é beneficiado em relação a outro, em termos de tráfego web.

Os especialistas argumentaram que a rede social está a construir “um ‘jardim fechado’ onde as pessoas mais pobres só terão acesso limitado a websites e serviços. Preocupa-nos que a Internet.org faça um marketing enganoso de acesso a toda a Internet, quando de facto permite apenas acesso a um número limitado de serviços aprovados pelo Facebook”, escreveram as entidades na carta aberta.

A carta, publicada no Facebook e endereçada a Zuckerberg, aborda sete áreas distintas. Para além da neutralidade, no topo da lista estão problemas relacionados com a privacidade e a segurança online. A "política de privacidade do Facebook não oferece proteção adequada para os novos utilizadores de Internet, alguns dos quais podem não entender como os seus dados serão utilizados, ou podem não ser capazes de dar um consentimento adequado para certas práticas”, lê-se.

Defendem por isso que a iniciativa Internet.org pode contribuir para criar "uma Internet de duas camadas". "O boom económico e a revolução da conectividade que a Internet criou em países desenvolvidos precisa de ser compartilhada da mesma forma com os próximos três mil milhões de pessoas”, sublinham.

Das 67 entidades que assinaram a carta constam: 18MillionRising.org (Estados Unidos), Bits of Freedom (Países Baixos), Center for Media Justice (Estados Unidos), Coletivo Intervozes (Brasil), Digital Rights Foundation (Paquistão), IT for Change (Índia), xnet (Espanha) e Korean Progressive Network Jinbonet (Coreia do Sul), entre outras.

Não é a primeira vez que o criador do Facebook é criticado por causa deste serviço. Ainda este mês, o projeto esteve debaixo de fogo depois de várias entidades da Índia terem retirado o apoio à iniciativa no país.

TeK

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A NASA quer as suas ideias para um habitat no espaço impresso em 3D

É mais um concurso da Agência Espacial norte americana que é sobretudo dirigido a designers mas que pode ser aproveitado por inventores "de trazer por casa".



site

O concurso quer reunir as melhores ideias para criar um habitat sustentável na Terra e no Espaço, que integre os materiais e equipamentos para cobrir as necessidades básicas e que permita a construção de equipamentos com materiais "indígenos" se isso se revelar necessário.

A primeira fase da competição, que tem várias partes, decorre até 27 de setembro e diz respeito ao conceito estrutural da arquitetura, que deve tirar partido dom potencial da impressão 3D. As 30m melhores propostas vão ser avaliadas e podem aspirar a um prémio de 50 mil dólares a atribuir na World Maker Faire em Nova Iorque.

A segunda fase da competição vai estar dividida em duas fases, uma dedicada ao desenvolvimento das componentes para fabrico autónomo de instrumentos usando materiais locais e outra que leva o processo mais longe, na construção do próprio habitat com estes materiais. Cada uma terá acesso a um prémio de 1,1 milhões de dólares.

Para além da aplicabilidade em locais distantes, como Marte, a NASA acredita que estas tecnologias possam ser usadas também na Terra na construção de habitações sustentáveis em localizações onde o acesso a materiais é limitado.

TeK

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Realidade aumentada disponível no para-brisas

A WayRay está a desenvolver um sistema de navegação com realidade aumentada, integrado no para-brisas do carro.


O Navion é um sistema que mostra hologramas com setas diretamente sobre a estrada para indicar qual o caminho a tomar. Esta abordagem, de realidade aumentada, é inovadora e surge diretamente integrada no para-brisas no veículo. Assim, o condutor terá menos distrações, como a necessidade de olhar para o ecrã central de navegação no tablier, explica a Popular Science.

As indicações visuais são mostradas logo no vidro do carro, sem ser preciso também nenhum headset especial ou ter de se estar atento às indicações de voz. O sistema Navion vai também ser capaz de reconhecer comandos gestuais, embora seja aconselhável manter as duas mãos no volante enquanto se conduz. Por fim, existe ainda um componente que aceita comandos de voz. 

O sistema da WayRay deve estar disponível para outros fabricantes a partir do outono de 2015. 

EI

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Produtos da Xiaomi começam a ser vendidos na Europa

 

Os telemóveis e tablets ficam de fora. Da fabricante chinesa para já chegam à Europa apenas os acessórios, que já podem ser adquiridos a partir de três países.

Reino Unido, França e Alemanha são as quatro geografias europeias escolhidas para acolher a loja online da Xiaomi, que a partir desta segunda-feira também está acessível nos Estados Unidos.

A medida é mais um passo no processo de internacionalização da marca, que opta por não estender toda a oferta a continentes fora da Ásia, onde muito provavelmente enfrentaria problemas relacionados com a propriedade intelectual.

Assim, na Europa e nos Estados Unidos a Mi.com vai vender acessórios para equipamentos eletrónicos, como baterias ou headphones, por exemplo, e a Mi Band, a banda de fitness da marca.

A chegada da loja online da Xiaomi à Europa e Estados Unidos já estava anunciada, a intenção tinha sido revelada pela marca no início do ano. Igualmente prevista está a expansão para o Brasil onde a marca pretende comercializar também smartphones, já a partir das próximas semanas.

TeK

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