"Mr. Spock" morre aos 83 anos


Leonard Nimoy, o actor que deu corpo à personagem Mr. Spock do Caminho das Estrelas, morreu hoje com 83 anos.


Leonard Nimoy sofria há vários anos de uma doença pulmonar obstrutiva, que terá sido a causa da morte.
Apesar de ter ficado conhecido sobretudo pelo seu papel em Star Trek, Nimoy era também cantor, fotógrafo e poeta. O norte-americano, filho de imigrantes ucranianos, era um confesso adepto das áreas da ciência e tecnologia e a sua voz era uma presença comum em programas de divulgação científica.

EI

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Friday... Wicked Weasel Model KIA

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Veículo supersónico Hyperloop vai ter pista de oito quilómetros na Califórnia

A construção começa em 2016, estando prevista a sua conclusão em 2019. É o primeiro passo para que este sistema de transporte que utiliza túneis em vácuo se torne numa realidade.

Foi em 2013 que Elon Musk, fundador da SpaceX e da Tesla, propôs um sistema de transporte que utiliza túneis em vácuo, sendo o meio de transporte um tubo, ou cápsula, onde são transportados os passageiros. Conhecido como Hyperloop, este sistema sem fricção pode atingir velocidades superiores a 1.295 Km/H.

Após o anúncio da ideia, Musk retirou-se do projeto, alegando falta de tempo por estar demasiado ocupado com a SpaceX e com a Tesla Motors. Desde então, mudou de ideias e, em janeiro deste ano, anunciou planos de construir uma pista de testes de oito quilómetros para o Hyperloop no Texas.
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Hyperloop Technologies

Estrutura também teria túneis sub-aquáticos



Entretanto, a Hyperloop Technologies, uma empresa que surgiu recentemente e que quer dar vida ao conceito, anunciou esta quinta-feira, dia 26 de fevereiro, a formalização de um acordo para a construção de uma pista de oito quilómetros em Quay Valley, uma cidade com 150 mil habitantes que ainda terá de ser construída e que fica entre Los Angeles e São Francisco. O "troço" do Hyperloop será integrado de origem na nova localidade.

A pista, que será instalada numa área urbana, deverá começar a ser construída em 2016, estando prevista a sua finalização em 2019, explica o TechCrunch. O projeto terá um custo de 100 milhões de dólares. 
TeKSapo

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Marcas suíças de relógios unem-se para travar as grandes tecnológicas

A Suíça é conhecida pelas fortes marcas relojoeiras que existem no país e três delas avançaram agora no apoio a uma plataforma aberta, a MotionX, para darem luta à Google e à Apple.

A César o que é de César. O ditado popular está a ser interpretado na primeira pessoa por três marcas suíças de relógios, tendo todas apresentado um modelo de smartwatch suportado pela plataforma MotionX.

A Mondaine, a Alpina e a Frederique Constant são estas três empresas, mas não serão as únicas, como revela o Engadget. Durante os próximos meses serão anunciados mais 12 relógios suportados por esta plataforma aberta e as empresas agora parceiras são apenas o "grupo inicial".
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Consórcio Manufacture Modules Technologies

Baseado na plataforma de software MotionX



O que estes equipamentos têm em comum - além do "certificado" de serem desenvolvidos na Suíça - é a capacidade de suportar aplicações, definição de objetivos de exercício e alertas de ociosidade, monitorização de sono e uma bateria com duração de dois anos.

E todos os modelos são analógicos, deixando de parte a vertente digital como está a ser explorada, por exemplo, pela Google com o Android Wear.

"Procuramos por parceiros inovadores na indústria relojoeira suíça, e o esforço do CEO da Manufacture Modules Technologies para desenvolver produtos próprios de alto calibre não teve precendentes", disse o fundador da Fullpower-MotionX, Philippe Kahn, emcomunicado. A Manufacture Modules Technologies é uma empresa que quer fazer a ligação entre a indústria suíça e o espírito inovador e empreendedor de Silicon Valey, nos EUA.

Os fabricantes suíços juntam-se assim numa época em que muitos preveem tempos difíceis para a indústria relojoeira do país, já que este é um mercado que está a ser invadido pelas grandes tecnológicas. A Apple, por exemplo, vai lançar o seu relógio em abril deste ano, estando marcado um evento dedicado para 9 de março.

A Swatch também já "despertou" para o adensar da concorrência feroz e anunciou a apresentação de um smartwatch que dispensa carregamentos

TeKSapo

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Afinal a Google não vai banir conteúdos "para adultos" no Blogger


A tecnológica de Mountain View volta atrás com a decisão depois de ter recebido muito feedback de utilizadores a expressarem o seu descontentamento.

A Google dá o dito por não dito. Foi na passada terça-feira, dia 24 de fevereiro, que a Google anunciava a censura de imagens e vídeos sexualmente explícitos no Blogger, isto é, obrigava os utilizadores a retirar todas os conteúdos "para adultos" sob pena de verem os blogues bloqueados.

A alteração, que estava prevista para 23 de março - algo que iria alterar radicalmente a política de utilização daquela plataforma de blogues -, fica agora sem efeito, já que a Google resolveu anular a decisão.

"Esta semana anunciámos uma alteração nas políticas de utilização do Blogger, em particular sobre a introdução de uma mudança retroativa, mas também sobre o impacto negativo em indivíduos que postam conteúdo sexualmente explícito para expressar as suas identidades", refere em nota de imprensa Jessica Pelegio, gerente de comunidades da Google.

"Os proprietários de blogues devem continuar a classificar quaisquer blogues com conteúdos sexualmente explícitos como "adultos", para que possam ser colocados por detrás de um pop-up de aviso aos leitores".

Os proprietários deste tipo páginas online podem, assim, ficar descansados. E também a própria Google, já que esta proibição de conteúdos de foro sexual poderia levar a que milhões de utilizadores optassem por visitar redes concorrentes, caso do Tumblr, por exemplo. 

TeKSapo

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EUA aprovam neutralidade da Internet e impedem operadores de discriminar tráfego


O tema agitou lobbies durante os últimos meses, mas a decisão acabou por aprovar a neutralidade da Internet, a bem de uma Internet livre e sem discriminação, dizem os defensores. Os operadores contestam.

Recorrendo a uma lei de 1934 (Communications Act), os Estados Unidos equiparam a banda larga à telefonia fixa e deram-lhe estatuto de serviço de utilidade pública, uma medida que retira liberdade à indústria e dá poderes reforçados ao regulador.

O principal objetivo da medida é travar políticas que bloqueiem ou reduzam a velocidade de entrega de determinados serviços digitais em favor de outros, e impedir as empresas de telecomunicações de cobrarem para garantir um tratamento prioritário de tráfego.

Definir a banda larga como serviço de utilidade pública faz da neutralidade da Internet um principio à prova de disputas legais em tribunais, espera a Comissão Federal das Comunicação, que já enfrentou dois processos por tentar impor a medida e viu-se obrigada a recuar.

Ao lado do regulador estão empresas como o serviço de streaming Netflix, alvo das políticas de traffic shaping dos operadores, ou Barack Obama, que por diversas vezes tem defendido a medida e pressionado a FCC a criar condições para a fazer valer.

Do lado oposto da barricada estão os operadores de rede que alertam para os graves efeitos que a medida alegadamente pode ter no desenvolvimento do mercado. Tanto ao nível da inovação, ou mesmo da capacidade para desenvolver novos serviços, uma vez que retira aos operadores o poder de gerirem os recursos disponíveis, neste caso a largura de banda, da forma que consideram mais eficiente/rentável. Também alertam para a possibilidade de o novo enquadramento legal poder vir a ser usado para obrigar os operadores a partilharem infraestruturas.

A votação que aprovou a neutralidade da Internet nos EUA foi renhida e possível apenas graças ao voto favorável de três dos cinco delegados votantes. Nos próximos meses a decisão será publicada e o passo seguinte será a entrada em vigor, mas antes disso é muito provável que os operadores de rede procurem rever a decisão em tribunal. A AT&T é uma das empresas que já admitiu a possibilidade. 
TeKSapo

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How to Find Enlightenment - Infinite Waters (Diving Deep)





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Robear: o robô que parece um urso e ajuda os idosos

Perante a falta de pessoas para ajudar a tratar de idosos com problemas de mobilidade, o Japão quer vir a usar robôs que são capazes de levantar e transportar pacientes.



O Japão está a passar por um problema semelhante ao de Portugal, em que se regista o envelhecimento da população e se assiste a uma taxa de natalidade baixa. Uma das consequências desta questão é a falta de prestadores de cuidados às pessoas de terceira idade. Para ajudar a combater este problema, o país nipónico virou-se para a tecnologia e recorreu a robôs.
O instituto de investigação RIKEN criou um robô com um look semelhante ao de um urso de peluche – Robear – que pode levantar e transportar pacientes com problemas de mobilidade, além de servir de apoio enquanto as pessoas caminham.
Segundo a Cnet, o Robear já é a terceira incursão do instituto neste tipo de máquinas, sendo que nenhum deles chegou ao mercado. Contudo, o objetivo dos investigadores é vir a comercializar este novo robô num “futuro não muito distante”.
O Robear pesa 140 kg (a versão anterior tinha 230 kg de peso) e pode deslocar-se em todas as direções, podendo até mover-se para trás. Além disso, tem três tipos de sensores, incluindo uns relativos à capacidade tátil, o que faz com que o robô consiga levantar os pacientes sem os magoar ou colocar em perigo.

EI

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Fundador do Tugaleaks detido



Rui Cruz, fundador do site Tugaleaks, foi um dos sete detidos pela Polícia Judiciária no âmbito de um inquérito dirigido pelo MP e onde se investigam diversos ataques informáticos.

De  acordo com a TSF, Rui Cruz, fundador do site Tugaleaks, é um dos visados pelo inquérito do Ministério Público onde se investigam diversos ataques informáticos a instituições do Estado português e a empresas consideradas «relevantes».

O  TugaLeaks é apresentado como «um órgão de comunicação social que publica informações que não são divulgadas pelo mainstream media».
De acordo com o Público, a casa de Rui Cruz terá sido alvo de um raide que contemplou mais de duas dezenas de buscas da PJ em Lisboa e no Porto. 
A PJ e o Ministério Público, suspeitam que Rui Cruz terá cooperado ativamente nos diferentes ataques levados a cabo pelos Anonymous contra a P rocuradoria-Geral Distrital de Lisboa, a Procuradoria Geral da República, o Conselho Superior de Magistratura e EDP. 

EI

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Mercedes do futuro tem tecnologia portuguesa

O carro que mais furor fez na CES, o Mercedes F015 Luxury in Motion, utiliza ecrãs criados pela Edigma.



Mercedes F015 Luxury in Motion é um protótipo conceptual que foi uma das grandes estrelas da CES, a maior feira de eletrónica de consumo do mundo. Apesar de ainda estar longe de chegar às estradas, o F015 mostra uma série de conceitos futuristas, como motorização elétrica com alimentação híbrida (baterias e célula de combustível), piloto automático (condução autónoma) e vários ecrãs com sistemas de interação baseados em deteção de gestos e do tato.
Seis dos ecrãs utilizam tecnologia Displax da empresa portuguesa Edigma. Esta tecnologia permitiu adicionar a funcionalidades tátil aos painéis laterais (portas).
EI

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Há milhões de cartões do cidadão com chips da marca atacada pela NSA

O caso Gemalto começou com um ataque de espiões em  Paris, mas despertou a atenção da Imprensa Nacional-Casa da Moeda e do Gabinete Nacional de Segurança.  

Nenhum português tem de saber o que é um PKI, mas cedo ou tarde cada um dos portugueses terá um Cartão do Cidadão (CC). Que por sinal até tem dois níveis de PKI. O que é um PKI? É a camada de encriptação que impede que um serviço de espionagem entre no chip do cartão e altere a informação que lá se encontra. Por que haveria um serviço de espionagem querer entrar no sistema do cartão do cidadão? Há várias respostas possíveis, mas talvez só a NSA, dos EUA, ou o GCHQ, do Reino Unido, estejam em posição de responder com toda propriedade. Afinal, foram estas duas agências de espionagem que atacaram uma das maiores fabricantes de cartões SIM para desviar chaves que desencriptam as comunicações de telemóveis em vários pontos do mundo. A empresa dá pelo nome de Gemalto. E não produz apenas cartões SIM – em Portugal, os chips da marca franco-holandesa estão presentes em milhões de cartões do cidadão.
Foi com mais uma denúncia do maior de todos os denunciantes que o “caso Gemalto” começou: Edward Snowden, a partir do seu exílio na Rússia, revelou, na semana passada, que a Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) e o Comando Geral das Comunicações do Governo britânico (GCHQ) desencadearam duas vagas de ataques direcionados às redes e aos funcionários da Gemalto em Paris. Ao cabo de uma semana, as ações da Gemalto perfizeram uma montanha russa. Depois de uma queda acentuada no dia das revelações de Snowden, lá regressaram ao topo com a realização de uma conferência de imprensa que teve uma boa novidade e também uma má novidade.
A má novidade: os ataques perpetrados pelos espiões americanos e britânicos foram confirmados. A boa novidade: os ataques terão sido estancados pelas múltiplas camadas de segurança da empresa. O que permitiu à Gemalto negar qualquer risco para as redes móveis que usam tecnologias mais avançadas e também para todos os outros serviços que usam os denominados smartcards – como o cartão do cidadão, o passaporte eletrónico ou até cartões bancários e de identificação de funcionários de uma empresa.
A conferência de imprensa pode ter ajudado a tranquilizar os mercados, mas não dissipou todas as dúvidas: se a Gemalto demorou quatro anos e meio a confirmar os primeiros ataques, como é que a fabricante de chips pode garantir que o ataque não terá tido proporções maiores?
Todas estas questões também já começaram a ecoar na Imprensa Nacional - Casa da Moeda (INCM). «Estamos perante matéria sobre a qual ainda se desconhecem as reais dimensões. Pelo que a INCM se mantém atenta aos desenvolvimentos quanto à veracidade e impactos da notícia em causa, e em permanente  contacto com os nossos fornecedores, para o caso de vir a ser necessária a adoção de quaisquer medidas adicionais de prevenção», refere a INCM, num e-mail em resposta às questões apresentadas pelo Exame Informática.
O Gabinete Nacional de Segurança (GNS), entidade que assume a função de auditoria do sistema, recorda que o chip usado pelo pelos CC cumprem «as mais altas exigências internacionais, nomeadamente, como mínimo a certificação CC EAL 4+». O facto de o chip oferecer tamanha segurança não impedirá o GNS de seguir o assunto. «Sempre que se verificam ataques a sistemas informáticos, o GNS, trata de se colocar a par dos mesmos». É possível que, em breve, o GNS possa fornecer mais detalhes sobre o assunto: a entidade que supervisiona as políticas de segurança em Portugal informa que está em vias de dar início à auditoria anual que costuma fazer aos sistemas que suportam o CC.
As cifras não chegam
Francisco Rente, líder da consultora de segurança eletrónica Dognaedis e autor de algumas investigações sobre o CC, diz que é cedo para tirar uma conclusão sobre o impacto que os ataques da NSA poderão ter tido nos títulos de identidade dos portugueses. «A única forma de saber é conhecer todos os dados do que está implementado. Colocar uma cifra sobre outra não chega para dizer que se tem uma solução segura», explica o Francisco Rente.
A Gemalto fornece os chips e parte da tecnologia – e a INCM acrescenta as funcionalidades necessárias para que os cartões do cidadão possam funcionar. Sobre as tecnologias da Gemalto é aplicada uma primeira camada de encriptação que é desenhada e gerida pela INCM e que conta com um primeiro nível de certificação assegurado pela Multicert. Há ainda uma segunda camada de encriptação que inclui ainda os certificados da Entidade Certificadora Raiz do Estado (ECEE).
Apesar da atenção dada ao caso, a INCM recorda que os ataques da NSA e do GCHQ apenas terão incidido nos cartões SIM, que são usados nos telemóveis para estabelecer ligações aos diferentes retransmissores que suportam as redes. «A notícia não se reporta a qualquer outro tipo de chip, pelo que não envolve nem põe em causa a segurança dos cartões bancários nem dos cartões de identificação, como é o caso do Cartão de Cidadão», acrescenta a INCM, esfriando um qualquer alarmismo que possa surgir entretanto.
Francisco Rente considera que apenas com a análise levada a cabo por uma entidade externa será possível validar a real dimensão do ataque da NSA e da GCHQ nas várias áreas em que os chips da Gemalto são usados. Não faltará muito mais tempo para o GNS cumprir essa função.
Mais de 10 milhões de cartões
Até à data, terão sido emitidos mais de 10 milhões de cartões do cidadão em Portugal. A INCM não refere quantos destes cartões usam tecnologias da Gemalto, mas os comunicados da empresa revelam contratos que preveem o fornecimento de dois milhões de chips por ano para o Estado Português… tendo como início no ano de 2007. No Portal Base, é possível encontrar vários contratos de fornecimento da Gemalto à INCM (o último data de fevereiro). Quase todos eles têm uma característica em comum: foram feitos por ajuste direto ao abrigo de uma alínea no Código de Contratos Públicos que permite que dispensa os organismos dos Estado de fazerem concursos, sempre que estão em causa a aquisições ou matérias relacionadas com a segurança do Estado. 
Encriptação e certificados
O cartão do cidadão funciona com um sistema de encriptação de chaves assimétricas. O que significa que há uma chave que é pública e que é enviada quando um cidadão quer assinar um documento eletrónico; e há ainda uma chave privada que está armazenada dentro do cartão do cidadão. «As duas chaves têm uma relação matemática, mas para descobrir a chave privada seria necessário muito tempo e muitos recursos informáticos», explica um perito em segurança eletrónica que solicitou anonimato. O facto de a INCM também controlar todo o processo de geração de chaves também permite dissipar parte dos receios de intrusão. «Só se a NSA tivesse colocado uma backdoor (uma vulnerabilidade explorável para intrusão) é que poderia haver um risco. Não há notícias de que isso tenha acontecido, mas não deixa de ser um motivo de preocupação», explica o mesmo perito.
Operadores de telemóveis
Meo, Nos e Vodafone rejeitam qualquer risco de escuta ou desvio de dados para os utilizadores. A Vodafone informa que, desde 2006, que a Gemalto deixou de figurar na lista de fornecedores de cartões SIM. O que significa que só os telemóveis anteriores a esta data poderão ter este problema. A Nos fez saber que a Gemalto não é a principal fornecedora de cartões SIM e promete acompanhar a evolução do tema nos fóruns internacionais. A PT admite que usa cartões SIM da Gemalto, mas sublinha que restringiu a lista de fornecedores às empresas que respeitam as boas práticas de segurança da GSM Association. «O MEO utiliza, nos seus cartões SIM, algoritmos de encriptação considerados robustos, de acordo com as recomendações da GSM Association, trabalhando ativamente com os seus fornecedores por forma a garantir os mais elevados padrões de qualidade e segurança aos seus clientes», explica a operadora.
Passaportes e Bancos
Hoje, a Gemalto disponibiliza chips para cartões SIM, documentos de identidade, passaportes eletrónicos e SIM Cards. A marca garante que o desvio de chaves de encriptação apenas terá sido bem sucedido na área dos cartões SIM.  A companhia descreve a sua rede informática como um misto de cebola e laranja, que permite criar várias camadas e secções, que minimizam os efeitos causados pelas intrusões. 

EI

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Chris Harris on Cars - Mercedes C63 AMG bi-turbo road & track test.


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Piratas informáticos roubam informações à Lenovo e prometem revelar tudo


O grupo de cibercriminosos Lizard Squad reivindica o ataque feito à página da Lenovo, mas houve mais do que uma alteração da página inicial: já foram revelados dados sensíveis da empresa e mais estão a caminho.

O ataque informático aconteceu como um protesto pela inclusão, de origem, do software de publicidade Superfish nos computadores da Lenovo. Houve um defacing à página da tecnológica chinesa, mas as informações mais recentes dão conta de novos desenvolvimentos.

O grupo Lizard Squad, que reivindica o ataque, conseguiu sequestrar o endereço DNS do site principal da Lenovo e pelo meio terá também conseguido aceder ao serviço de email da tecnológica. E algumas informações foram roubadas durante o processo.

Os piratas informáticos já revelaram, por exemplo, que o adware Superfish já tinha provocado estragos no computador de um utilizador, uma informação que nesta altura não traz "boa imprensa" para a gigante chinesa.

Mas o caso está longe de ficar por aqui. Ao que tudo indica o Lizard Squad terá conseguido mais informações e promete fazer uma compilação para colocar tudo na Internet mais tarde.


Se o caso ganhar contornos semelhantes ao da Sony, o caso pode ficar grave para a Lenovo pois por vezes os executivos das empresas acabam por fazer uma gestão das situações de forma muito diferente da habitual abordagem empresarial.

Na Sony, por exemplo, uma das executivas de topo da empresa chegou mesmo a ser despedida por via da situação difícil que a empresa viveu, mas também pelo grande número de dados sensíveis que vieram a público.

A Lenovo já emitiu um comunicado, citado pelo Ars Technica, onde confirma o ataque realizado à página, mas não admite para já o roubo de informações que é reclamado pelos cibercriminosos. 
TeKSapo

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Versão desktop do Spotify transforma-se num "karaoke"



A empresa sueca decidiu renovar a aplicação de streaming de música para computadores e um dos destaques está na possibilidade de aceder às letras das faixas que estão a tocar.

Uma pessoa, sozinha na sala ou no quarto com o computador, a ouvir a sua música preferida. Estão reunidas condições para dar liberdade ao "cantor" que existe dentro de cada um. A pensar neste cenário, o Spotify decidiu incluir um sistema de letras de música na nova versão do serviço para computadores.

A atualização já está disponível ou vai ficar nas próximas horas, trazendo a parceria entre o Spotify e a plataforma MusixMatch para a inclusão das lyrics das músicas que estão a ser reproduzidas. 



"Seguindo os passos de aplicações mais antigas bem-sucedidas como a Songkick, estamos entusiasmados por trazer aos nossos utilizadores uma característica tão procurada como são as letras das músicas", diz o diretor de produto do Spotify, Dave Price, em comunicado. 

Para aceder a esta funcionalidade os utilizadores apenas terão de carregar num novo botão que surge ao lado da barra de reprodução e que garante acesso automático à letra da faixa. 

Apesar de ser a alteração mais relevante, não é a única. A nova versão do Spotify traz ainda um feed de amigos renovado e que garante mais informação sobre as músicas que estão a ser ouvidas pela rede de contactos. 

O Spotify diz ainda que está a reformular a listas de reprodução virais para que os utilizadores possam descobrir novas músicas e as novas tendências de forma mais rápida. 

TeKsapo

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