Wicked Weasel Model: Amy & Serena


Amy & Serena

AmyAAmymy & Sere & Serena

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Wicked Weasel Model: Tamika


  • Hips: 34" (86.36cm)
  • Waist: 28" (71.12cm)
  • Bust: 33" (83.82cm)
  • Height: 5'8" (173cm)  

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Wicked Weasel Model: Liz


  • Hips: 34" (86.36cm) Waist: 26" (66.04cm) Bust: 34" (86.36cm) Height: 5'8" (173cm)

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Wicked Weasel: Chanel


  • Hips: 34"" (86.36cm) Waist: 26"" (66.04cm) Bust: 34"" (86.36cm) Height: 5'8" (173cm)

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Agora há um ‘Mac Pro’ para videojogos. Mas não é da Apple

O Mac Pro da Apple é uma peça de engenharia admirável, mas falta-lhe poder de fogo para poder afirmar-se no segmento do gaming. Se gosta do conceito de desktop cilíndrico e super-poderoso, o MSI Vortex G65 deve ser considerado.

“Não conseguimos mais inovar, o tanas!”. A célebre frase foi dita por Phil Schiller, vice-presidente para a área de marketing da Apple durante a apresentação do Mac Pro. O que mais se destacou no computador na altura foi o tamanho compacto, o formato cilíndrico e uma elevada potência para a edição de conteúdos multimédia.
Pois no que toca aos videojogos os computadores Apple não estão otimizados nesse sentido. E isto mesmo foi reforçado pelo diretor executivo da Oculus VR, Palmer Luckey, recentemente sobre o facto de os Oculus Rift não suportarem Mac.
Isto para dizer que os interessados em juntar o melhor dos dois mundos - aspeto e potência ao estilo Mac Pro e verdadeiro poder de fogo para gaming - tem no MSI Vortex G65 uma alternativa.
Processador Intel Core Intel Core i7-6700K com velocidade de relógio de 4GHz que pode ser aumentada até aos 4,7GHz em overclock, até 64GB de RAM, dupla placa gráfica Nvidia GeForce GTX980 SLI, três portas Tunderbolt 3, suporte para dois ecrãs Ultra HD e sistema de arrefecimento ‘airflow’ são algumas das especificações.

Se parece tudo topo de gama é porque é. O preço final será condizente dependendo da configuração que o consumidor escolher, já que existe opção para optar por menos memória RAM e por querer um par de gráficas GeForce GTX 960 - um pouco inferiores em desempenho , como explica o Engadget.
Ainda assim o modelo base começa nos 2.200 dólares, o equivalente a 1.960 euros, e pode chegar até aos 4.000 mil dólares, cerca de 3.500 euros.
O desktop não aparece listado pela MSI para o mercado europeu, mas esta é uma situação que pode alterar-se ao longo das próximas semanas.
TeK

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Baidu vai iniciar testes com carro autónomo nos Estados Unidos

Até final de 2018 a maior empresa de Internet chinesa quer lançar um sistema de condução autónomo. Tem planos conhecidos para a China, mas não quer fica apenas pelo Oriente.


Em declarações ao Wall Street Journal, um responsável da companhia explicou que esta está pronta para avançar com testes ao seu sistema de condução autónoma. A tecnologia já está a ser testada na China, mas a empresa tem vindo a trabalhar para poder estender os testes aos Estados Unidos e em breve vai começar a fazê-lo. Já tem uma operação local que vai dar suporte aos testes.  
Até final de 2018 a Baidu quer ter uma oferta comercial nesta área. Um dos planos conhecidos é a intenção de criar shuttles guiados por sistemas de condução autónomos. A empresa já teve oportunidade de explicar que a definição de trajetos fixos, com acesso controlado, traz mais garantias de segurança e evita aquele que tem sido um dos grandes desafios para a Google: adaptar o sistema de condução dos seus veículos à imprevisibilidade dos condutores humanos. Esta será por isso uma das estratégias da empresa, que no seu negócio core está focada no mercado asiático, mas nesta nova área de negócio está claramente a piscar o olho ao Ocidente.  
Os testes ao sistema de condução autónomo desenvolvido pela Baidu já decorrem na China desde finais do ano passado. O veículo usado é um BMW Serie 3, mas a empresa já tem contratos com vários fabricantes de automóveis chineses para integrar o seu sistema nos seus primeiros veículos autónomos.
TeK

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Aplicação vai permitir encontrar objetos roubados e evitar as zonas de maior crime nas cidades

A aplicação City.Risks está a ser desenvolvida na Grécia, mas o objetivo é que venha a ser usada em toda a Europa. A ferramenta usa um sistema de comunicação por Bluetooth e elementos de realidade aumentada para ‘safar’ as pessoas dos riscos em ambiente urbano.

O conceito é promissor e pode ter um impacto sério na forma como, pelo menos, se percebe o crime dentro das cidades. Este é um dos motivos que levou a União Europeia a financiar o projetoCity.Risks, uma plataforma de segurança pensada para as cidades.
Dentro da ferramenta vão existir diferentes propostas de valor. Uma está relacionada com o roubo de objetos. O exemplo dado pela Comissão Europeia em comunicado é o de uma bicicleta: foi-lhe roubada e agora não sabe onde está. Mas graças a um pequeno dispositivo integrado no veículo, o utilizador aciona o alerta e a bicicleta vai tentar comunicar com as pessoas que estão nas redondezas.
Esta comunicação será feita para a app City.Risks via Bluetooth, uma norma que apesar de estar associada a curtos alcances tem melhorado neste aspeto e tem ainda a vantagem de consumir poucos recursos energéticos.
O utilizador e as autoridades saberão depois onde está a bicleta roubada e poderão recuperá-la.
As forças de segurança têm um papel importante no projeto City.Risks pois com as suas informações será possível criar um ‘mapa do crime’ das cidades. Os dados têm como objetivo alertar os utilizadores para as zonas com maior ocorrência de crimes.

Outro exemplo: um turista sabe que na Cidade A há um monumento interessante, mas não faz ideia que duas ruas ao lado há um local muito comum para roubo de carteiras. Com a aplicação City.Risks será possível apontar a câmara do smartphone para o horizonte e ver em elementos de realidade aumentada quais as zonas menos seguras.
O projeto vai primeiro avançar em fase piloto sendo Roma, em Itália, uma das cidades parceiras. O objetivo passa depois por estender o conceito a Londres, no Reino Unido, e a Sofia, na Bulgária.
Criar maior interação entre a ‘vizinhança‘ para garantir um ambiente mais seguro e ajudar a gerir situações de crise ou inesperadas em cidades são outros objetivos da City.Risks. Só no final de 2018 é que o projeto deverá terminar a fase de testes.
TeK

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Samsung está a desenvolver auscultadores que permitem sentir a realidade virtual

Agora que a Samsung já tem uma versão de consumo dos seus óculos de realidade virtual, a tecnológica está a explorar novas áreas. Com os headphones Entrim 4D a empresa consegue dar uma sensação de movimento às experiências digitais.


A tecnológica sul-coreana foi até ao festival de música e tecnologia South by Southwest mostrar um novo conceito de realidade virtual. Enquanto os óculos continuam a ser os Gear VR, a diferença está no sistema de som. Através de uns auscultadores especiais a Samsung quer que os utilizadores sintam a realidade virtual.
Simplesmente através do som a empresa sul-coreana quer que os utilizadores tenham a sensação de movimento e equilíbrio, mesmo que estejam completamente parados.
Como? Através de impulsos elétricos que são emitidos pelos headphones diretamente para os ouvidos dos utilizadores. Estes sinais são depois interpretados pelo sistema nervoso como sendo semelhantes aos criados durante o movimento.
O objetivo é criar experiências mais realistas. Atualmente o que acontece é o utilizador ver a ‘perspetiva digital’ avançar num jogo, mas sentir e estar plenamente consciente que não está a avançar fisicamente. Ao ‘enganar’ o cérebro é possível criar sensações mais próximas da realidade.
Mesmo em fase de desenvolvimento a marca asiática já criou 30 padrões de movimento. Ainda não há uma data sobre quando esta tecnologia pode - e se vai - ficar disponível no mercado.
A Samsung confirmou à Cnet que a tecnologia é segura para a saúde, ainda que nesta fase incial possa causar sensações de enjoo nas pessoas. A emissão de sinais elétricos para os ouvidos é um procedimento usado, por exemplo, nas companhias aéreas para treinar pilotos.
TeK

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Wicked Weasel: Sam



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Jogos de vídeo. Dez títulos que vão marcar 2016

Estão confirmados para este ano e por isso é melhor estarmos atentos.




Não são os únicos e não sabemos se serão os melhores jogos dos meses que se seguem, mas são boas apostas. “The Legend of Zelda”, Wii U (sem data)

Era para ter mudado o mundo no ano passado mas afinal não estava pronto. Os responsáveis da Nintendo dizem que é desta, que é em 2016 que regressa “The Legend of Zelda”, a saga mais popular do fabricante japonês, logo depois de Super Mario, claro. Será outra vez um jogo de aventuras, em que o herói Link terá que resolver enigmas, escapar de masmorras labirínticas, recolher objectos secretos e aprender uns quantos feitiços pelo caminho. Tudo para salvar Zelda, a princesa de Hyrule, reino ameaçado pelo rufia Ganon. Mas para este novo capítulo foi anunciado um modo de jogo que inclui um mundo virtualmente infinito, no qual a história se desenrola de acordo com as nossas escolhas e não com uma narrativa previamente definida. Conclusão, das duas uma: ou é o melhor jogo de sempre ou é uma desilusão. Nunca será mau, é tudo uma questão de expectativas. Mas não esperar o melhor é quase impossível. 



“Cuphead”, Xbox One Parece um derivado de “Steamboat Willie” e outros títulos de animação das décadas de 20 e 30. E até a banda sonora foi buscar inspiração ao mesmo período. Tudo para criar um jogo em duas dimensões, coisa que parece ultrapassada mas que, pelo contrario, tem gerado algumas das mais cativantes ideias dos produtores independentes de jogos de vídeo – até porque só assim se consegue captar atenções para um design que, tecnicamente, deixou de ser competitivo há muito. Esta é a história de Cuphead e Mugman, algo como “cabeça de chávena” e “homem caneca”. Fizeram um acordo com o diabo num jogo de dados e perderam. Resultado: têm que fazer a sujeira do mafarrico e nós ajudamos. Uma reviravolta imaginativa nos habituais jogos de plataformas e vilões que merecem atenção. Promete dar certo. 



“For Honor”, PC, Xbox One e PS 4 Não vai revolucionar nada mas oferecer uma possibilidade rara: o jogador de For Honor pode ser um guerreiro da Europa medieval, um samurai ou um viking. Isso, qualquer um destes três. E pode sê-lo apenas para varrer inimigos. Para pegar na arma e espalhar sangue à bruta. Tem à sua disposição o “Art of Battle”, uma técnica que permite utilizar a espada ou seu semelhante de forma detalhada, escolhendo o lado, a orientação e a força do ataque. Cada personagem tem os respectivos ponto fortes e fracos e é possível também jogar a isto em modo multiplayer. Não há fantasia, não há grande enredo. É um puro e simples bodycount, nada mais. 



“Sea Of Thieves”, PC, Xbox One Há uns quantos jogos que nos deixam ser piratas durante ou algum tempo ou ter a ideia de como as coisas funcionavam naqueles tempos de deboche caribenho. Mas é raro dar com uma produção destas, em que somos piratas sempre, seja na ilha a beber rum ou no navio a disparar um canhão. À procura de tesouros, a ver dos mapas secretos, mais os amigos que talvez sejam traidores e as velas, sempre as velas, que podem não estar na posição correcta e alguém tem de tratar disso. Sozinho ou em rede, a proposta é entrar numa fantasia de vilanagem marítima e ao que parece, consoante as decisões que se tomam ao longo do jogo, a coisa pode ser sempre diferente. 



“Home Free”, PS4 Por esta é que ninguém esperava. Era uma vez um cão que num momento está com o dono e no outro está perdido. Depois, tem que sobreviver, encontrar comida, abrigo, fugir de quem lhe quer mal, fazer amizades, escapar de canídeos de mau feitio e resolver todos os dilemas que os cães têm de resolver – mas desta vez sem pessoas para o ajudar. Em tempos houve o “Dog’s Life” na PS2 mas era bem mais aborrecido. Aqui é tudo menos disciplinado e previsível. O jogo é autoria de Kevin Cancienne, que consguiu concretizar a ideia depois de a apresentar no Kickstarter, a mais popular plataforma de crowdfunding. 



“No Man’s Sky”, PC e PS4 Pelo trailer que aqui se pode ver, parece que o jogo é um descendente de “Blade Runner”. Mas também sugere “Star Wars” e “Star Trek”. Com tudo isto junto, a grande questão é porque razão não estamos já afastados do mundo real e desinteressante e metidos nisto até ao pescoço. Coisas que valem a pena, portanto. Mas há mais. “No Man’s Sky” é um jogo de universo aberto, com milhões (mesmo) de planetas para explorar, uma gigantesca fantasia de ficção científica que vai gerando histórias diferentes à medida que o jogador toma as suas decisões, graças a um algoritmo especialmente concebido para o efeito. É uma epopeia aparentemente interminável e é um dos jogos mais esperados do ano.



“Unravel”, PC, PS4 e Xbox One A descrição mais simples deste jogo não vai cativar a atenção de muitos. Ora cá vai: era uma vez um ser (chama-se Yarny) feito de lã, que se vai desfiando ao longo de um nível e que temos de controlar para que o novelo não acabe e para que consiga ultrapassar obstáculos com essa mesma lã. Nós avisámos que não ia ser nada de muito entusiasmante. Mas depois vemos a imagens e há qualquer coisa de mágico neste jogo. A forma como o cenário dos diferentes níveis se revela interactivo e surpreendente é o segredo para o inevitável sucesso desta produção. 



“Firewatch”, PC, Mac, Linux e PS4 Outro daqueles que ninguém esperava – e é por estas e por outras que esta é a parte mais rentável da indústria do entretenimento, nunca se sabe para onde vai nem o que vai mostrar. “Firewatch” acontece em 1989, nas montanhas do Wyoming, depois de um 1988 que trouxe incêndios nunca antes visto no parque de Yellowstone. O herói é um vigia florestal, um voluntário que está atento a qualquer potencial chama que possa destruir a zona. Há mistérios a acontecer, há um terreno gigantesco para explorar e há também uma colega do outro lado do walkie talkie. É a única comunicação possível e de acordo com a escolha de perguntas e respostas que podemos fazer assim a acção vai mudando. Isso e o aspecto que aqui se vê neste trailer. 



“Street Fighter V”, PC, Linux e PS4 Basta ter “Street Fighter” no nome e está feito, estamos convencidos. Aquelas moedas que gastámos nas máquinas, quando devíamos estar nas aulas. Ou quando o jogo chegou à Super Nintendo e nunca ninguém imaginara que seria possível fazer tal adaptação. Isto não traz nenhuma memória? Bom, mais uma razão para gastar horas nisto. Óptimo para jogar sozinho, perfeito para lutar contra muitos outros. Até há pouco tempo estavam confirmadas 22 personagens. É esperar para ver.



“Starfox Zero”, Wii U É uma mania que a Nintendo tem mas isso não quer dizer que seja mau – na maioria dos casos é até o maior trunfo dos japoneses: pegar nos clássicos e continuamente refazê-los de acordo com as novas possibilidades da tecnologia. “Starfox Zero” é só mais um exemplo. Aparece nos noventas como “Starwing” (na Europa) e era um delírio poligonal que poucos pensam possível numa consola de 16 bits. Continua no mesmo espírito: quatro animais em quatro naves (ou veículos, que neste capítulo há umas quantas novidades nesse campeonato) para acabar com a má vontade de uns poucos que querem controlar o universo – aquele universo em particular, que não sabemos bem onde é. É um jogo de tiro neles no espaço mas com os tiques de algodão-doce da Nintendo. Quem não é fã, não vale a pena experimentar. Todos os outros são vão descansar quando chegarem ao fim da história. 

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Apps: Android ganha nos downloads e iOS nas receitas

O ano passado confirmou a tendência que já se verificava anteriormente: o iOS estagnou no número de downloads, mas continua a reter a maioria das receitas provenientes de apps, enquanto o Android cresce nos downloads devido ao sucesso nos mercados emergentes.

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Os números mudaram, mas a tendência manteve-se: no ano passado, a Google Play registou mais 100% de downloads que a App Store, mas a loja da Apple gerou 75% mais receitas. Os dados estão no relatório anual da App Annie e mostram também que o número de downloads na App Store tem vindo a estagnar nos últimos anos, enquanto a loja da Google continua a crescer neste parâmetro a um ritmo considerável – o ano passado já tinha praticamente duplicado o valor registado em 2013.
Uma das principais razões para o sucesso no número de downloads da Google Play é o bom resultado obtido em mercados emergentes como Brasil, Índia, Indonésia, México e Turquia, onde tem havido uma proliferação de dispositivos Android de entrada de gama, salienta o VentureBeat.
Por outro lado, o iOS conseguiu obter 75% mais receitas que o Android, devido aos serviços de subscrição que disponibiliza e às compras integradas que são colocadas nas apps, sendo que os resultados na China foram dos principais impulsionadores destes números.
EI

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Planeta X: o misterioso nono planeta do sistema solar

Mike Brown, o astrónomo que destituiu Plutão da classe dos planetas, está à procura do nono planeta do nosso sistema solar e encontrou pistas promissoras.

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O Planeta X é o único corpo detetado por Brown que tem massa suficiente para ser redondo, eliminar os restos à sua volta e gravitar na órbita do Sol. Este planeta terá o mesmo tamanho que Neptuno e localiza-se a uma distância 10 a 20 vezes mais longe do que Plutão, explica a Popular Science. Já há mais de um século que os especialistas avançam com teorias sobre este Planeta X, mas nenhum estudo se aproximou tanto como Brown.
O astrónomo conseguiu criar um mapa com a localização exata do planeta e divulgou-o no The Astronomical Journal de forma a conseguir a ajuda de outros especialistas.
Brown e a sua equipa do Caltech detetaram vários planetas-anão e descobriram que todos se moviam na mesma direção. Foi aí que os investigadores pediram ajuda a Konstantin Batygin, um astrofísico da mesma universidade que se especializou nas dinâmicas de sistemas solares.
Batygin analisou os dados e, usando simulações criadas no supercomputador CITerra, passou um ano a testar várias hipóteses que justificassem o alinhamento chegando à conclusão de que havia algo massivo a manter estes seis planetas anão alinhados e que teria de ser o Planeta X.
Agora, com a localização exata do planeta, os investigadores esperam conseguir ter um vislumbre do misterioso nono planeta do nosso sistema solar.
EI

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Kickstarter explica como a incompetência deu cabo dos 2,5 milhões do drone Zano

O projeto do mini-drone Zano chegou a ter 12 mil apoiantes e a recolher mais de 2,5 milhões de euros em fundos no Kickstarter. No entanto, os mini-drones nunca chegaram a ver a luz do dia e os apoiantes perderam o dinheiro investido.

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O Kickstarter contratou um jornalista para apurar o que se tinha passado realmente com o projeto do drone Zano. Mark Harris viajou para Gales e esteve seis semanas a entrevistar o máximo de intervenientes relacionados com o caso que conseguiu.
Segundo a BBC, a investigação de Harris explica que o Torquing Group saiu da cabeça de um engenheiro chamado Ivan Reedman, que teve o mérito de ter um bom marketing em torno do Zano, mas não tinha uma equipa com as competências necessárias para construir um drone com aquelas características.
«Os diretores da Torquing geriram mal o negócio e gastaram o dinheiro do Kickstarter de forma demasiado livre, mas não encontrei provas de que qualquer um deles tenha enriquecido com o dinheiro recolhido junto da comunidade», conclui Harris.
O jornalista explica que não se trata de nenhum esquema para ficar com os fundos recolhidos, mas sim de incompetência.
O próprio vídeo de demonstração do projeto cria nos espetadores uma imagem irreal das capacidades do Zano. Na verdade, o drone nunca foi capaz de fazer aquilo que se vê no vídeo. Os responsáveis do Kickstarter também têm motivos para se sentirem iludidos, uma vez que o Zano foi destacado como “escolha do staff”, um selo que supostamente confere maiores garantias aos projetos.
Os responsáveis da Torquing anunciaram em novembro o fim do projeto do Zano e que não iriam conseguir devolver o dinheiro que a comunidade já lhes tinha doado.
EI

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Browser Brave: será que vale a pena?

Um dos pioneiros da Web e figura chave no Firefox desenvolveu um browser que promete banir anúncios intrusivos e melhorar a privacidade, prometendo ainda uma navegação mais rápida.

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Brendan Eich criou a Brave Software com o objetivo de desenvolver um navegador com o mesmo nome. Eich é considerado um dos pioneiros da Web, com um papel importante na criação do Javascript, e é uma das figuras centrais no desenvolvimento do Firefox.
O browser Brave é compatível com Windows, Mac OS X e smartphones com Android ou iOS. «É como pôr cloro na água da piscina», explica Eich. O CEO da Brave Software explica que temos de desligar o sistema mau, referindo-se aos anúncios intrusivos e às questões da privacidade.
O navegador consegue carregar páginas duas a quatro vezes mais rápido do que outros programas mobile e 1,4 vezes mais rápido no computador. Este desempenho é conseguido desativando os anúncios online e também outros elementos que detetam e monitorizam o comportamento dos utilizadores. O objetivo é conseguir um equilíbrio entre manter a privacidade, conseguir uma navegação rápida e evitar que o utilizador seja bombardeado com anúncios.
Numa primeira fase, o navegador não vai mostrar anúncios, mas o fundador da startup pretende utilizar a pouca informação que é recolhida para também mostrar publicidade, de forma a conseguir ganhar dinheiro com o programa.
O Brave foi desenvolvido sobre o código do Chromium e pode ser descarregado gratuitamente.
EI

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Drone aterra sozinho em cima de carro em movimento

Durante o teste efetuado por investigadores alemães, os veículos circularam a uma velocidade de 75 km/h. O objetivo é criar uma tecnologia que possa vir a ser usada em cenários de desastres naturais.



centro aeroespacial alemão desenvolveu uma tecnologia que permite a drones aterrar de forma automática em cima de um automóvel em movimento. No voo de teste, cujo vídeo pode ver em baixo, ambos os veículos circulavam a cerca de 75 km/h.
Para conseguir fazer esta aterragem, o drone recorreu a software para identificar os marcadores óticos presentes na plataforma (de quase 4 por 5 metros) que estava presa ao tejadilho do carro. Após esta identificação, o drone sincronizou a sua velocidade com a do carro e avançou para a aterragem, sendo que os responsáveis por este teste salientam que conseguiram fazer com que o sistema não se afastasse mais de 50 centímetros do alvo predefinido.
Como salienta o Engadget, uma vez que este método dispensa que o drone tenha alguma espécie de trem de aterragem, o veículo consegue manter um peso de 20 quilos (relativamente baixo para estas dimensões), o que permitirá, em cenários reais, aumentar a autonomia e permitir que transportem cargas mais pesadas.

EI

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