Os robots que melhor combinam com a sua cozinha high-tech

Que não haja dúvidas: um robot de cozinha é hoje capaz de sugerir a melhor receita para o jantar, ligar-se à web e até fazer listas de compras virtuais. Isto além de cozinhar, claro. Fique a conhecer oito bons exemplos.
O número de robots de cozinha em casa dos portugueses tem vindo a aumentar nos últimos anos, e não é apenas por causa de uma moda passageira. Segundo a Marketest, 1,276 milhões de portugueses referem possuir um robot de cozinha, o que corresponde a 14,9% dos residentes no Continente com 15 e mais anos.
Este número reflete os benefícios mas também a disponibilidade da tecnologia. Só que nem todos os robots têm as mesmas funcionalidades e há alguns mais completos do que outros.
Para além das características que já enumerámos, há ainda algumas outras que saltam à vista; ou melhor, neste caso, saltam à degustação das suas receitas preferidas. Estamos a falar de elementos como o sistema de pesagem eletrónico, o ecrã tátil a cores, o controlo único de temperatura e comandos e botões digitais…
É verdade que nem todos os robots de cozinha do momento contam com todas estas funcionalidades, da mesma forma que existem modelos com preços bastante variados, mas é igualmente certo que todas as oito sugestões da galeria abaixo acabam por ser bons exemplos de como a tecnologia é hoje aplicada em pequenos eletrodomésticos que permitem poupar tempo, dinheiro e energia na cozinha.
Indo um pouco mais longe, é inevitável que estes eletrodomésticos recheados de tecnologia estabeleçam ligação à internet e a um outro e muito famoso equipamento de eletrónica de consumo: o smartphone.

Clique nas imagens abaixo para ver mais detalhes de cada um dos equipamentos

 
É normal que vários destes robots de cozinha se façam acompanhar de apps móveis que pode instalar no seu terminal móvel, seja ele iOS ou Android, e assim abrir todo o um novo mundo de opções na área da culinária e da confeção de alimentos e refeições em geral.
Entre as possibilidades está um processo bastante interessante: com a app móvel pode, antes de chegar a casa, escolher uma receita entre centenas, sendo que a lista de compras digital é de imediato criada, além de poder guardar cozinhados como favoritos e adicionar notas.
Depois, já na cozinha, pode dar ordem ao robot para avançar através da app, transmitindo indicações de temperatura, velocidade e tempo, por exemplo. E é possível seguir as várias fases da preparação através da app mesmo que esteja no jardim.
Isto é algo que encontra nos modelos My Cook da Taurus e i-Companion da Moulinex, a título de exemplos. Por outro lado, também a famosa Bimby da Vorwerk está em destaque em termos de tecnologia e funções digitais, visto que podemos até mesmo fizer que foi pioneira em alguns pontos que hoje fazem parte de vários modelos concorrentes. Estes eles está a Chave de Receitas Bimby, que podemos adquirir em separado.
Trata-se de um acessório que faz com que o robot se consiga ligar à internet através da sua rede doméstica sem fios, tornando assim possível, entre outras tarefas, descarregar receitas que estão online e que o eletrodoméstico consegue efetivamente seguir, por assim dizer.
Tudo o que temos de fazer é cumprir as “ordens” que vão aparecendo no ecrã tátil e – esta é uma precaução universal que as máquinas ainda não fazem por nós! – acertar na quantidade de sal.
Mas confira as capacidades de todos os modelos da galeria acima. Cada um apresenta “detalhes” que podem fazer a diferença.
Teksapo

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Amazon está a pensar abrir mais seis "mercearias automáticas"

A imprensa internacional escreve que a empresa de Jeff Bezos quer alargar o conceito à cidade de Los Angeles.
Apesar de ainda não ter publicado quaisquer números relativos à sua primeira loja autónoma, a Amazon parece estar satisfeita com os resultados. De acordo com o Recode, que cita fontes próximas da Amazon, a empresa está a estudar a abertura de mais seis mercearias físicas semelhantes ainda durante o ano de 2018. O portal não adianta muitas informações relativamente à sua possível localização, mas escreve que a gigante tecnológica está em conversações com responsáveis do The Grove, um dos mercados mais populares de Los Angeles.
 
O conceito da Amazon Go passa pela automatização do espaço de forma a eliminar as filas de espera nas caixas de pagamento. Assim, tudo é feito de forma automática e instantânea, desde o registo dos produtos ao pagamento final. Basta fazer check-in na loja com uma app e um sistema de inteligência artificial trata de tudo o resto. Ao cliente, cabe recolher os produtos das prateleiras e sair da loja.
Recorde-se que os primeiros dias de funcionamento da Amazon Go, alguns clientes reportaram o funcionamento deficiente de alguns dos sensores da loja, uma vez que alguns produtos adquiridos acabaram por não ser detetados pelo sistema. Responsáveis pela loja dizem que situações como essa são tão raras que a empresa nem se deu ao trabalho de criar uma funcionalidade para que estes casos sejam notificados.
Questionados pelo Recode acerca da hipótese de abertura de mais lojas, nem a Amazon nem os responsáveis pelo The Grove aceitaram responder a quaisquer perguntas.

Teksapo

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Igreja portuguesa aposta em visitas com realidade aumentada

A portuguesa Edigma vai ser a responsável pela criação do projeto de realidade aumentada e conteúdos interativos na igreja do Espírito Santo em Arcos de Valdevez, integrada no Centro Interpretativo do Barroco do Alto Minho.

O projeto da Edigma estará concluído ainda durante este ano e tem como objetivo garantir aos visitantes "uma experiência dinâmica e inovadora", ao redefinir a forma de conhecer e visitar monumentos.
Através de uma aplicação, vai ser possível aceder a um guia virtual do barroco na região, planear visitas, saber mais sobre o enquadramento histórico e social da época barroca e consultar monumentos referentes a este estilo artístico.
Os visitantes vão ainda poder escolher, logo à entrada do monumento, entre utilizar os óculos de realidade aumentada ou de um tablet para terem acesso a conteúdos interativos como tutoriais, animações, instruções sonoras e textuais, vídeos e outras informações.
Com um orçamento de mais de 978 mil euros, o projeto de reabilitação e requalificação do Centro Interpretativo, vai contar com uma comparticipação FEDER, através do Programa Norte 2020, superior a 831 mil euros.
A Edigma também foi a empresa responsável por transformar as zonas de acesso e de circulação, as casas de banho e a praça de alimentação  do Mar Shopping Algarve em espaços interativos, com ecrãs de sinalética digital de grande formato e três Painéis LED com mais de 20m2 que reagem ao movimento das pessoas.
Teksapo

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SpaceX lançou com sucesso os primeiros satélites para a rede própria, mas falhou a recuperação da cápsula de transporte

Foi mais uma missão especial da SpaceX. Desta vez, a empresa de Musk aproveitou o lançamento de satélite espanhol para lançar os dois primeiros microssatélites da própria SpaceX e tentar uma nova técnica para recuperar a cápsula que leva os satélites para o espaço usando um barco e uma grande rede.

A missão principal era lançar um satélite espanhol de baixa órbita, o Paz, que tem por missão captar imagens da Terra. Tudo indica que esta missão teve sucesso. Mas como tem sido habitual, a SpaceX aproveitou uma missão comercial para fazer mais algumas experiências, diminuindo assim o custo de desenvolvimento. À “boleia” do Paz foram os dois primeiros microssatélites da própria SpaceX. Os Microsat-2a e Microsat-2b são os primeiros de uma rede que deverá ultrapassar os 11 mil satélites, que tem por objetivo levar a Internet a praticamente todo o mundo, incluindo regiões onde ainda não há cobertura. Alguns rumores garantem que esta rede de comunicação será utilizada no futuro pela Tesla, outra empresa controlada por Musk, para garantir a comunicação com os carros da marca. Também estes lançamentos terão sido bem-sucedidos.
Mas esta missão tinha ainda um terceiro objetivo: a primeira tentativa de recuperar a cápsula de transporte (o “cone do nariz”) levada pelo Falcon 9, o foguetão usado hoje. Estas cápsulas são descartáveis (depois de realizarem a missão, reentram na atmosfera e caem no mar), mas a SpaceX pretende começar a recuperar estes elementos para baixar o custo das missões espaciais – recorde-se que esta empresa já consegue recuperar os propulsores referentes ao primeiro estágio dos foguetões.
O sistema de recuperação consiste num barco equipado com uma rede gigante para apanhar a cápsula, ou melhor, as duas metades que constituem este cone, cuja queda é retardada e direcionada através de pequenos propulsores e para-quedas. Mas foi o próprio Elon Musk a anunciar, via Twitter, que a recuperação falhou e que duas metades do cone acabaram por aterrar no mar «a algumas centenas de metros» do barco. Mas as primeiras imagens parecem indicar que a cápsula não terá ficado danificada, o que levou Elon Musk a indicar que «deveremos conseguir apanhá-la se usarmos uns para-quedas ligeiramente maiores para desacelerar a descida».
EI

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O Tesla de Elon Musk levou uma carga secreta para o espaço



3 das primeiras 5 bibliotecas Arch criadas até agora
Quando a semana passada a SpaceX lançou o mais poderoso foguetão do mundo, foi a sua carga especial – o Tesla Roadster de Elon Musk – a conquistar toda a atenção. Mas o desportivo eléctrico levava uma segunda carga secreta escondida no carro.
Preso no interior do primeiro carro espacial, está um pequeno objecto, projetacdo para durar milhões – ou mesmo milhares de milhões – de anos, muito mais que o próprio Roadster vermelho: um minúsculo dispositivo de armazenamento de informações que contém 360 terabytes de dados, o mesmo que 7 mil discos de Blu-Ray.
Chamado Arch, o minúsculo dispositivo feito de cristal de quartzo contém bibliotecas de informação codificadas. Parece um CD em miniatura, tem o tamanho de uma moeda, e é suficientemente resistente para suportar para sempre as terríveis condições espaciais.
Por trás da tecnologia está a Arch Mission Fundation, uma ONG que pretende “preservar e disseminar o conhecimento da humanidade através do tempo e do espaço, para o benefício das futuras gerações”. A tecnologia foi desenvolvida pelo físico Peter Kazansky, da Universidade de Southampton, no Reino Unido.
Os primeiros dois discos criados, o Arch 1.1 e o Arch 1.2, serão em teoria estáveis durante pelo menos 14 mil milhões de anos, graças à técnica de armazenamento em 5D, na qual a informação é codificada com a ajuda de nanoestruturas um vidro de sílica de quartzo.
O Arch 1.2 está agora a percorrer o espaço, no já mítico Tesla espacial de Elon Musk, a uma velocidade de 12.908 km/h, e leva a trilogia Foundation, de Isaac Asimov, um clássico de ficção científica cujo tema é a preservação do conhecimento e cultura humana num universo vasto e cruel. Este primeiro disco foi baptizado de “Biblioteca Solar”.
“A Biblioteca Solar vai estar em orbita do sol durante milhões de anos. Pense nisso como um anel de conhecimento à volta do Sol. Este é o primeiro passo de um projecto épico para seleccionar, codificar e distribuir os nossos dados através do Sistema Solar e além”, explica Nova Spivack, co-fundadora da Arch Mission Foundation.
Dois novos lançamentos estão programados para 2020 e 2030, com as arcas “Lunar” e “Mars”, que irão levar backups do conhecimento humano para a Lua e para Marte. O segundo disco foi também projectado para no futuro ajudar no desenvolvimento de uma internet no Planeta Vermelho.
Com todas estas arcas espalhadas pelo Sistema Solar, o conhecimento humano ficará descentralizado da Terra – e na realidade estas arcas podem até ser enviadas para muito, muito longe da Via Láctea.
ZAP // HypeScience

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Lista de telemóveis com maior radiação coloca OnePlus 5T no topo dos “mais perigosos”

A análise é alemã e aponta os telefones das fabricantes chinesas OnePlus e Huawei como os mais expostos à radiação. Modelos iPhone, Sony e Blackberry também constam da lista.



Uma preocupação recorrente no uso dos telemóveis é a exposição dos utilizadores às radiações eletromagnéticas. Problemas como fadiga, dores de cabeça, tonturas e perturbação no sono são apontados como sintomas ligados à exposição aos aparelhos de comunicações. Em casos mais graves podem mesmo provocar doenças cancerígenas e infertilidade, como alerta o departamento de saúde pública da Califórnia, nos Estados Unidos.
Os smartphones são utilizados para um  número cada vez maior de funcionalidades e tarefas, deixando de funcionar apenas como aparelhos para fazer chamadas. E tornaram-se os amigos mais fiéis e permanentes, mantendo-se sempre por perto dia e noite. Para além dos adultos, há cada vez mais as crianças que têm acesso a um telemóvei, a maioria a partir dos 10 anos, sobretudo na interação com amigos nas redes sociais.
Embora não exista ainda um consenso entre a comunidade científica, a Comissão Federal de Comunicações (FCC) criou em 1996 guias para medir a absorção da radiação pelo corpo humano durante a utilização de aparelhos eletrónicos, incluindo os telemóveis, sob a norma “Specific Absorption Rate” (SAR). Segundo o regulamento, o SAR atribuído à emissão da radiação do telemóvel é no máximo de 1.6 watts de energia absorvida por 1 grama de tecido do peso do corpo.


O departamento federal alemão para a proteção de Radiação (BfS) mantém uma extensa base de dados atualizada, com modelos novos e antigos, listando a respetiva emissão de radiação. Com base nesses dados, o portal de estatísticas Statistaanalisou os telemóveis com maior emissão e identificou o OnePlus 5T como o mais exposto à radiação, debitando 1.68 watts por grama. Seguem-se no “pódio” dos mais perigosos o Huawei Mate 9 com 1.64w /g e o Nokia Lumia 630 com 1.51w /g.

Segundo estes dados, os dois primeiros dispositivos violam as normas regulamentadas pela FCC, ultrapassando o valor máximo atribuído de 1.6 watts por grama. E observando os valores disponíveis nesta lista de telemóveis, constata-se que estes atingem o dobro da referência mínima listada na Blauer Engel (Blue Angel), entidade federal alemã que certifica os dispositivos amigos do ambiente. A mesma apenas atribui o certificado a telemóveis que tenham menos do que 0.60 watts por grama.


Teksapo


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Portable Flexible Octopus Tripod da Gearbest

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Samsung quer dar o "golpe final" nas molduras dos smartphones

A empresa quer ir mais longe do que a Apple, a Xiaomi ou a Essential e criar um equipamento sem qualquer moldura frontal. Veja as patentes entretanto registadas.


A indústria dos smartphones vai bem encaminhada no que toca à supressão de molduras frontais. No entanto, a Samsung quer acabar com aquilo que resta desta estrutura. Num conjunto de patentes registadas e publicadas agora na internet, a empresa desvenda aquela que pode ser a sua visão para os próximos telemóveis da linha Note e Galaxy.
O projeto vai ao encontro de ambições já conhecidas: esconder os sensores atrás do display, de forma a que este possa ocupar o seu espaço visível. O funcionamento destes seria assegurado graças a um sistema de buracos de tamanho microscópico, que asseguraria o contacto com o exterior.

Se a gigante sul-coreana conseguir materializar o conceito, os próximos smartphones da empresa podem apresentar um rácio de ecrã-para-estrutura ainda maior do que o iPhone X ou Xiaomi Mi Mix.
As patentes aqui exibidas foram publicadas pela empresa no passado mês de maio.
Os flagships mais recentes da Samsung integram os sensores frontais na zona superior, acomodados numa pequena saliência que ainda não nos permitem dizer que estes telefones eliminaram, por completo, as molduras. Smartphones como o iPhone X e o Essential Phone optam por uma arquitetura diferente, concentrando os sensores numa zona mais pequena, ao centro do equipamento.
Note que esta é apenas uma patente, pelo que pode nunca vir a ser materializada num produto real. Em adição, o documento registado pela empresa evidencia ainda algumas versões em que são visíveis pequenas saliências superiores, como já existe no Essential Phone.

O Samsung Galaxy S9, cujos leaks já circulam online, ainda não deverá apresentar nenhum destes estilos, uma vez que as imagens publicadas mostram modelos muito semelhantes aos seus antecessores.
Tek

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IA da Microsoft consegue desenhar imagens detalhadas a partir de descrições

A Google não é a única tecnológica a treinar inteligências artificiais com a ajuda dos desenhos. Em Redmond, cidade natal da Microsoft, a técnica também é popular e está a dar frutos.

Um dos seus sistemas mais avançados foi recentemente revelado e exibe uma capacidade impressionante: desenha imagens detalhadas apenas com a ajuda de textos descritivos. Na prática, é possível pedir-lhe que desenhe um “pássaro amarelo, com asas pretas, pousado num galho” para que a IA lhe apresente uma imagem como esta:


E não há batota envolvida. Ou seja, o sistema não procura imagens existentes que correspondam à sua descrição. Em vez disso, o software cria a imagem de raiz, materializando todos os pormenores descritos “píxel a píxel”, como explica um dos investigadores envolvidos no projeto. “Estes pássaros podem até não existir no mundo real – são apenas fruto da imaginação do computador”, escreve Xiaodong He.
Esta IA tem outros dois sistemas na sua base: o CaptionBot, que gera descrições automáticas para fotografias existentes; e o SeeingAI, que dá informações adicionais acerca de imagens. A estes programas, a Microsoft adicionou ainda outras funcionalidades que qualificam a qualidade da imagem gerada, eliminando hipóteses menos bem conseguidas.
Tek

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