Jogos de vídeo. Dez títulos que vão marcar 2016

Estão confirmados para este ano e por isso é melhor estarmos atentos.




Não são os únicos e não sabemos se serão os melhores jogos dos meses que se seguem, mas são boas apostas. “The Legend of Zelda”, Wii U (sem data)

Era para ter mudado o mundo no ano passado mas afinal não estava pronto. Os responsáveis da Nintendo dizem que é desta, que é em 2016 que regressa “The Legend of Zelda”, a saga mais popular do fabricante japonês, logo depois de Super Mario, claro. Será outra vez um jogo de aventuras, em que o herói Link terá que resolver enigmas, escapar de masmorras labirínticas, recolher objectos secretos e aprender uns quantos feitiços pelo caminho. Tudo para salvar Zelda, a princesa de Hyrule, reino ameaçado pelo rufia Ganon. Mas para este novo capítulo foi anunciado um modo de jogo que inclui um mundo virtualmente infinito, no qual a história se desenrola de acordo com as nossas escolhas e não com uma narrativa previamente definida. Conclusão, das duas uma: ou é o melhor jogo de sempre ou é uma desilusão. Nunca será mau, é tudo uma questão de expectativas. Mas não esperar o melhor é quase impossível. 



“Cuphead”, Xbox One Parece um derivado de “Steamboat Willie” e outros títulos de animação das décadas de 20 e 30. E até a banda sonora foi buscar inspiração ao mesmo período. Tudo para criar um jogo em duas dimensões, coisa que parece ultrapassada mas que, pelo contrario, tem gerado algumas das mais cativantes ideias dos produtores independentes de jogos de vídeo – até porque só assim se consegue captar atenções para um design que, tecnicamente, deixou de ser competitivo há muito. Esta é a história de Cuphead e Mugman, algo como “cabeça de chávena” e “homem caneca”. Fizeram um acordo com o diabo num jogo de dados e perderam. Resultado: têm que fazer a sujeira do mafarrico e nós ajudamos. Uma reviravolta imaginativa nos habituais jogos de plataformas e vilões que merecem atenção. Promete dar certo. 



“For Honor”, PC, Xbox One e PS 4 Não vai revolucionar nada mas oferecer uma possibilidade rara: o jogador de For Honor pode ser um guerreiro da Europa medieval, um samurai ou um viking. Isso, qualquer um destes três. E pode sê-lo apenas para varrer inimigos. Para pegar na arma e espalhar sangue à bruta. Tem à sua disposição o “Art of Battle”, uma técnica que permite utilizar a espada ou seu semelhante de forma detalhada, escolhendo o lado, a orientação e a força do ataque. Cada personagem tem os respectivos ponto fortes e fracos e é possível também jogar a isto em modo multiplayer. Não há fantasia, não há grande enredo. É um puro e simples bodycount, nada mais. 



“Sea Of Thieves”, PC, Xbox One Há uns quantos jogos que nos deixam ser piratas durante ou algum tempo ou ter a ideia de como as coisas funcionavam naqueles tempos de deboche caribenho. Mas é raro dar com uma produção destas, em que somos piratas sempre, seja na ilha a beber rum ou no navio a disparar um canhão. À procura de tesouros, a ver dos mapas secretos, mais os amigos que talvez sejam traidores e as velas, sempre as velas, que podem não estar na posição correcta e alguém tem de tratar disso. Sozinho ou em rede, a proposta é entrar numa fantasia de vilanagem marítima e ao que parece, consoante as decisões que se tomam ao longo do jogo, a coisa pode ser sempre diferente. 



“Home Free”, PS4 Por esta é que ninguém esperava. Era uma vez um cão que num momento está com o dono e no outro está perdido. Depois, tem que sobreviver, encontrar comida, abrigo, fugir de quem lhe quer mal, fazer amizades, escapar de canídeos de mau feitio e resolver todos os dilemas que os cães têm de resolver – mas desta vez sem pessoas para o ajudar. Em tempos houve o “Dog’s Life” na PS2 mas era bem mais aborrecido. Aqui é tudo menos disciplinado e previsível. O jogo é autoria de Kevin Cancienne, que consguiu concretizar a ideia depois de a apresentar no Kickstarter, a mais popular plataforma de crowdfunding. 



“No Man’s Sky”, PC e PS4 Pelo trailer que aqui se pode ver, parece que o jogo é um descendente de “Blade Runner”. Mas também sugere “Star Wars” e “Star Trek”. Com tudo isto junto, a grande questão é porque razão não estamos já afastados do mundo real e desinteressante e metidos nisto até ao pescoço. Coisas que valem a pena, portanto. Mas há mais. “No Man’s Sky” é um jogo de universo aberto, com milhões (mesmo) de planetas para explorar, uma gigantesca fantasia de ficção científica que vai gerando histórias diferentes à medida que o jogador toma as suas decisões, graças a um algoritmo especialmente concebido para o efeito. É uma epopeia aparentemente interminável e é um dos jogos mais esperados do ano.



“Unravel”, PC, PS4 e Xbox One A descrição mais simples deste jogo não vai cativar a atenção de muitos. Ora cá vai: era uma vez um ser (chama-se Yarny) feito de lã, que se vai desfiando ao longo de um nível e que temos de controlar para que o novelo não acabe e para que consiga ultrapassar obstáculos com essa mesma lã. Nós avisámos que não ia ser nada de muito entusiasmante. Mas depois vemos a imagens e há qualquer coisa de mágico neste jogo. A forma como o cenário dos diferentes níveis se revela interactivo e surpreendente é o segredo para o inevitável sucesso desta produção. 



“Firewatch”, PC, Mac, Linux e PS4 Outro daqueles que ninguém esperava – e é por estas e por outras que esta é a parte mais rentável da indústria do entretenimento, nunca se sabe para onde vai nem o que vai mostrar. “Firewatch” acontece em 1989, nas montanhas do Wyoming, depois de um 1988 que trouxe incêndios nunca antes visto no parque de Yellowstone. O herói é um vigia florestal, um voluntário que está atento a qualquer potencial chama que possa destruir a zona. Há mistérios a acontecer, há um terreno gigantesco para explorar e há também uma colega do outro lado do walkie talkie. É a única comunicação possível e de acordo com a escolha de perguntas e respostas que podemos fazer assim a acção vai mudando. Isso e o aspecto que aqui se vê neste trailer. 



“Street Fighter V”, PC, Linux e PS4 Basta ter “Street Fighter” no nome e está feito, estamos convencidos. Aquelas moedas que gastámos nas máquinas, quando devíamos estar nas aulas. Ou quando o jogo chegou à Super Nintendo e nunca ninguém imaginara que seria possível fazer tal adaptação. Isto não traz nenhuma memória? Bom, mais uma razão para gastar horas nisto. Óptimo para jogar sozinho, perfeito para lutar contra muitos outros. Até há pouco tempo estavam confirmadas 22 personagens. É esperar para ver.



“Starfox Zero”, Wii U É uma mania que a Nintendo tem mas isso não quer dizer que seja mau – na maioria dos casos é até o maior trunfo dos japoneses: pegar nos clássicos e continuamente refazê-los de acordo com as novas possibilidades da tecnologia. “Starfox Zero” é só mais um exemplo. Aparece nos noventas como “Starwing” (na Europa) e era um delírio poligonal que poucos pensam possível numa consola de 16 bits. Continua no mesmo espírito: quatro animais em quatro naves (ou veículos, que neste capítulo há umas quantas novidades nesse campeonato) para acabar com a má vontade de uns poucos que querem controlar o universo – aquele universo em particular, que não sabemos bem onde é. É um jogo de tiro neles no espaço mas com os tiques de algodão-doce da Nintendo. Quem não é fã, não vale a pena experimentar. Todos os outros são vão descansar quando chegarem ao fim da história. 

Read more


Apps: Android ganha nos downloads e iOS nas receitas

O ano passado confirmou a tendência que já se verificava anteriormente: o iOS estagnou no número de downloads, mas continua a reter a maioria das receitas provenientes de apps, enquanto o Android cresce nos downloads devido ao sucesso nos mercados emergentes.

itunes_app_store_icon_field_640_large_verge_medium_landscape.jpg
Os números mudaram, mas a tendência manteve-se: no ano passado, a Google Play registou mais 100% de downloads que a App Store, mas a loja da Apple gerou 75% mais receitas. Os dados estão no relatório anual da App Annie e mostram também que o número de downloads na App Store tem vindo a estagnar nos últimos anos, enquanto a loja da Google continua a crescer neste parâmetro a um ritmo considerável – o ano passado já tinha praticamente duplicado o valor registado em 2013.
Uma das principais razões para o sucesso no número de downloads da Google Play é o bom resultado obtido em mercados emergentes como Brasil, Índia, Indonésia, México e Turquia, onde tem havido uma proliferação de dispositivos Android de entrada de gama, salienta o VentureBeat.
Por outro lado, o iOS conseguiu obter 75% mais receitas que o Android, devido aos serviços de subscrição que disponibiliza e às compras integradas que são colocadas nas apps, sendo que os resultados na China foram dos principais impulsionadores destes números.
EI

Read more


Planeta X: o misterioso nono planeta do sistema solar

Mike Brown, o astrónomo que destituiu Plutão da classe dos planetas, está à procura do nono planeta do nosso sistema solar e encontrou pistas promissoras.

caltech.jpg
O Planeta X é o único corpo detetado por Brown que tem massa suficiente para ser redondo, eliminar os restos à sua volta e gravitar na órbita do Sol. Este planeta terá o mesmo tamanho que Neptuno e localiza-se a uma distância 10 a 20 vezes mais longe do que Plutão, explica a Popular Science. Já há mais de um século que os especialistas avançam com teorias sobre este Planeta X, mas nenhum estudo se aproximou tanto como Brown.
O astrónomo conseguiu criar um mapa com a localização exata do planeta e divulgou-o no The Astronomical Journal de forma a conseguir a ajuda de outros especialistas.
Brown e a sua equipa do Caltech detetaram vários planetas-anão e descobriram que todos se moviam na mesma direção. Foi aí que os investigadores pediram ajuda a Konstantin Batygin, um astrofísico da mesma universidade que se especializou nas dinâmicas de sistemas solares.
Batygin analisou os dados e, usando simulações criadas no supercomputador CITerra, passou um ano a testar várias hipóteses que justificassem o alinhamento chegando à conclusão de que havia algo massivo a manter estes seis planetas anão alinhados e que teria de ser o Planeta X.
Agora, com a localização exata do planeta, os investigadores esperam conseguir ter um vislumbre do misterioso nono planeta do nosso sistema solar.
EI

Read more


Kickstarter explica como a incompetência deu cabo dos 2,5 milhões do drone Zano

O projeto do mini-drone Zano chegou a ter 12 mil apoiantes e a recolher mais de 2,5 milhões de euros em fundos no Kickstarter. No entanto, os mini-drones nunca chegaram a ver a luz do dia e os apoiantes perderam o dinheiro investido.

zano.jpg
O Kickstarter contratou um jornalista para apurar o que se tinha passado realmente com o projeto do drone Zano. Mark Harris viajou para Gales e esteve seis semanas a entrevistar o máximo de intervenientes relacionados com o caso que conseguiu.
Segundo a BBC, a investigação de Harris explica que o Torquing Group saiu da cabeça de um engenheiro chamado Ivan Reedman, que teve o mérito de ter um bom marketing em torno do Zano, mas não tinha uma equipa com as competências necessárias para construir um drone com aquelas características.
«Os diretores da Torquing geriram mal o negócio e gastaram o dinheiro do Kickstarter de forma demasiado livre, mas não encontrei provas de que qualquer um deles tenha enriquecido com o dinheiro recolhido junto da comunidade», conclui Harris.
O jornalista explica que não se trata de nenhum esquema para ficar com os fundos recolhidos, mas sim de incompetência.
O próprio vídeo de demonstração do projeto cria nos espetadores uma imagem irreal das capacidades do Zano. Na verdade, o drone nunca foi capaz de fazer aquilo que se vê no vídeo. Os responsáveis do Kickstarter também têm motivos para se sentirem iludidos, uma vez que o Zano foi destacado como “escolha do staff”, um selo que supostamente confere maiores garantias aos projetos.
Os responsáveis da Torquing anunciaram em novembro o fim do projeto do Zano e que não iriam conseguir devolver o dinheiro que a comunidade já lhes tinha doado.
EI

Read more


Browser Brave: será que vale a pena?

Um dos pioneiros da Web e figura chave no Firefox desenvolveu um browser que promete banir anúncios intrusivos e melhorar a privacidade, prometendo ainda uma navegação mais rápida.

brave.png
Brendan Eich criou a Brave Software com o objetivo de desenvolver um navegador com o mesmo nome. Eich é considerado um dos pioneiros da Web, com um papel importante na criação do Javascript, e é uma das figuras centrais no desenvolvimento do Firefox.
O browser Brave é compatível com Windows, Mac OS X e smartphones com Android ou iOS. «É como pôr cloro na água da piscina», explica Eich. O CEO da Brave Software explica que temos de desligar o sistema mau, referindo-se aos anúncios intrusivos e às questões da privacidade.
O navegador consegue carregar páginas duas a quatro vezes mais rápido do que outros programas mobile e 1,4 vezes mais rápido no computador. Este desempenho é conseguido desativando os anúncios online e também outros elementos que detetam e monitorizam o comportamento dos utilizadores. O objetivo é conseguir um equilíbrio entre manter a privacidade, conseguir uma navegação rápida e evitar que o utilizador seja bombardeado com anúncios.
Numa primeira fase, o navegador não vai mostrar anúncios, mas o fundador da startup pretende utilizar a pouca informação que é recolhida para também mostrar publicidade, de forma a conseguir ganhar dinheiro com o programa.
O Brave foi desenvolvido sobre o código do Chromium e pode ser descarregado gratuitamente.
EI

Read more


Drone aterra sozinho em cima de carro em movimento

Durante o teste efetuado por investigadores alemães, os veículos circularam a uma velocidade de 75 km/h. O objetivo é criar uma tecnologia que possa vir a ser usada em cenários de desastres naturais.



centro aeroespacial alemão desenvolveu uma tecnologia que permite a drones aterrar de forma automática em cima de um automóvel em movimento. No voo de teste, cujo vídeo pode ver em baixo, ambos os veículos circulavam a cerca de 75 km/h.
Para conseguir fazer esta aterragem, o drone recorreu a software para identificar os marcadores óticos presentes na plataforma (de quase 4 por 5 metros) que estava presa ao tejadilho do carro. Após esta identificação, o drone sincronizou a sua velocidade com a do carro e avançou para a aterragem, sendo que os responsáveis por este teste salientam que conseguiram fazer com que o sistema não se afastasse mais de 50 centímetros do alvo predefinido.
Como salienta o Engadget, uma vez que este método dispensa que o drone tenha alguma espécie de trem de aterragem, o veículo consegue manter um peso de 20 quilos (relativamente baixo para estas dimensões), o que permitirá, em cenários reais, aumentar a autonomia e permitir que transportem cargas mais pesadas.

EI

Read more


Sony desenvolve projetor portátil que cria um televisor em qualquer superfície

Várias tecnológicas têm apresentado as suas propostas de projetores portáteis, mas a da Sony além de ter um maior cuidado estético, também consegue projetar para diferentes superfícies. Pode, por exemplo, ter este gadget ao seu lado na secretária e projetar uma videoconferência diretamente na mesa.


Chamam-lhe o Portable Ultra Short Throw Projector, que é como quem diz, um projetor ultra portátil de emissão curta. Mas não se deixe enganar: apesar de ter um tamanho pequeno o equipamento desenvolvido pela Sony consegue projeções equivalentes a um televisor de 80 polegadas.
A resolução de 1.366x768 píxeis não é a mais apelativa para um tamanho tão grande, mas o dispositivo também pode fazer projeções num tamanho mínimo de 22 polegadas.
A autonomia do projetor é de duas horas e o brilho da projeção é de 100 lúmens. Tem ainda uma entrada HDMI para poder ser conectado diretamente a computadores, suportando ainda ligações Wi-Fi para a transmissão de conteúdos sem fios.
Por fim há ainda suporte para o Bluetooth de baixo consumo energético, permitindo a transmissão de conteúdos diretamente de um smartphone, desde que os dois equipamentos estejam próximos.
O projetor vai ficar disponível primeiro no Japão, já em fevereiro, por um valor equivalente a 735 euros. Os EUA também já estão confirmados numa fase posterior, durante o verão, escreve o The Verge.
Tek

Read more


Carregamento de páginas Web vai ficar 25% mais rápido no Google Chrome

Nos últimos meses a gigante dos motores de busca tem desenvolvido um novo algoritmo que torna a navegação na Internet mais rápida. Mas ao cumprir esta missão a Google espera ajudar os utilizadores na poupança do plano de dados.

A Google diz estar preparada para lançar o seu mais recente algoritmo, querendo isto dizer que as próximas versões do Google Chrome já deverão permitir uma navegação mais rápida na Internet.
Na prática o que este novo algoritmo faz é comprimir ainda mais os ficheiros que existem numa determinada página Web, o que permite acelerar até 25% o carregamento dessa mesma página. Para os utilizadores isso significa uma redução no tempo de espera até que um site esteja totalmente carregado.
Tornando o conteúdo mais leve a Google também espero que os utilizadores do Chrome em dispositivos móveis tenham mais vantagens: maior poupança no plano de dados e um menor consumo energético.
O novo algoritmo que a Google vai aplicar ao seu navegador de Internet tem o nome de Brotli, tendo sido oficialmente apresentando em 2015. Este novo ‘compressor’ aparece cerca de três anos depois de a tecnológica de Mountain View ter introduzido a última versão do algoritmo Zopfli.
Escreve a imprensa internacional que a Google tenciona ver o seu novo algoritmo aplicado a mais navegadores de Internet, pelo que no espaço de alguns meses as melhorias sentidas não serão um ‘exclusivo’ do Chrome.
TeK

Read more


Federação quer avançar com vídeo-árbitro e fazer história no futebol mundial

Depois da luz verde dada pelo International Board, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) pretende avançar, desde já, com a introdução da nova tecnologia vídeo, que vai permitir aos juízes terem o apoio das imagens de televisão durante os jogos.

A FPF está atualmente a estudar propostas de possíveis fornecedores e condições para que o vídeo-árbitro seja uma realidade em Portugal “a muito curto prazo”, escreve o Diário de Notícias.
A estratégia está a ser coordenada por Tiago Craveiro, diretor-geral da FPF, fazendo a ponte com a FIFA e com o IFAB.
O chamado vídeo-árbitro recebeu luz verde para os primeiros testes no último encontro do IFAB, em Londres no dia 7 de janeiro, com a publicação de uma recomendação. A decisão poderá ser ratificada formalmente no próximo encontro da organização, em Cardiff.
Será nessa reunião, entre 4 e 6 de março, que será definido como será feita a interrupção dos encontros para que sejam esclarecidos lances de dúvida e onde vão acontecer os primeiros testes.
A intenção da Federação é que Portugal possa ser eleito para testar o vídeo-árbitro, fazendo assim história no futebol mundial.
Prevê-se que os ensaios possam começar na próxima temporada, embora sejam necessárias duas temporadas "no mínimo" para serem concluídos, segundo o afirmado por Jonathan Ford, diretor executivo da Federação galesa de futebol, que presidiu à mais recente reunião do IFAB.
Tek

Read more


Mais de 1.000 museus para visitar sem apanhar chuva no Google Cultural Institute

A celebrar cinco anos o Google Cultural Institute aumentou a oferta disponível online de coleções e exposições de arte. Entre as novidades há mais exposições portuguesas para ver no site, que também lhe dá acesso a manifestações culturais divulgadas do outro lado do mundo.


O site passa a incluir mais de 1.000 museus e instituições a nível global. Entre as novidades há para ver 100 novas coleções de museus, 200 novas estórias interativas, 50 coleções de imagens integradas no Street View e 10 mil novos artefactos, revela a Google.
Portugal ganha força no projeto com novas exposições sobre a renda de bilros ou a arte sineira e as técnicas de produção e toque manual, da responsabilidade da Universidade do Porto. Também passa a estar disponível no Google Cultural Institute uma exposição do Museu Calouste Gulbenkianque inclui arte egípcia, quadros de pintores do século XV a XVII e produções artísticas originárias da Pérsia ou da Turquia, bem como três exposições do Museu de São Roque.    
O Google Cultural Institute arrancou com conteúdos de 17 museus, tem avançado para novas parcerias até chegar ao milhar de museus que agora anuncia e que reflete novidades com centros de arte em todo o mundo. O emblemático Guggenheim de Nova Iorque é um dos exemplos. A partir do site da Google passa também a ser possível ver mais de 150 obras de arte lá expostas, ou descer a famosa rotunda do museu através do Street View.
Na galeria abaixo pode ver algumas imagens das novas exposições e mostras disponíveis no Google Cultural Institute.  
Tek

Read more


Energia para o Coração - Nova Consciência

Read more


Wicked Weasel Model: Celeste



  • Hips: 29"" (73.66cm) Waist: 24"" (60.96cm) Bust: 33.5"" (85.09cm) Height: 5'5" (165cm)

Read more


Wicked Weasel Model: Bianca




Hips: 35.5"" (90.17cm) Waist: 28"" (71.12cm) Bust: 33"" (83.82cm) Height: 5'3" (160cm)

Read more


Projetos inovadores na área da energia têm nova oportunidade de financiamento

No início do próximo ano as empresas com ideias para projetos inovadores na área da energia podem candidatar-se a receber o apoio da KIC InnoEnergy para desenvolver os seus projetos. Smart Cities e tecnologias não poluentes são áreas elegíveis.


As candidaturas podem ser apresentadas entre 15 de janeiro e 4 de abril do próximo ano para ideias na área da energia sustentável. Além das cidades inteligentes e das tecnologias não poluentes, os projetos podem visar áreas como o armazenamento de energia, medidas de eficiência energética, energias renováveis, entre outras.
A KIC InnoEnergy, que promove a iniciativa, dá acesso a investimento e parcerias com competências comerciais, no âmbito de um concurso que aceita candidaturas de vários países europeus.   
“O nosso papel é ajudar a desenvolver produtos inovadores, serviços e soluções com elevado potencial comercial e, fazendo isso, estamos a alargar o círculo de inovação no sector energético da Europa”, defende Diego Pavia, CEO da companhia, citado numa nota de imprensa.
A KIC – Knowledge Innovation Community está orientada para promover a colaboração entre indústria, investigadores e academia com o objetivo de amplificar o impacto da inovação produzida nestes domínios. Por áreas, centra atividade na energia sustentável.  
Para explicar melhor a call, que abre oportunidades de apoio no próximo ano, a KIC promove um webinar no dia 29 de janeiro, às 12 horas. As inscrições podem ser feitas a partir daqui
TeK

Read more


Os gamers são homens mas as mulheres jogam tanto como eles

Dito assim pode ser confuso, mas tem a sua razão de ser: embora eles sejam apontados como gamers por excelência, a verdade é que as mulheres jogam tanto como os homens.


Assim o comprovam os mais recentes dados do Pew Research Center acerca de quem costuma jogar e que tipo de atitudes tem. São sobre os Estados Unidos, mas podem muito bem servir como referência para outros mercados.
A informação recolhida diz que o passatempo é comum a ambos os géneros, quase na mesma medida, com 50% dos homens e 48% das mulheres a indicarem que costumam jogar numa consola, PC ou dispositivo móvel.
Apesar da aproximação de valores, há uma forte tendência para os homens se autointitularem como “gamers” face aos elementos do sexo feminino. Apesar de serem tantas como os homens a jogarem, as mulheres também veem o sexo oposto da mesma forma, assumindo que a maioria dos jogadores são homens.
As conclusões ficam mostradas na resposta à pergunta sobre quem se considera um gamer, respondida de forma positiva por 50% dos homens, comparativamente a apenas 6% das mulheres.
TeK

Read more

Since 2005

Translate

Subscribe via email

Enter your email address:

Delivered by FeedBurner

Total Views

Ads

Pesquisar neste blogue

A carregar...

Ads

Portugal ;)

Loading...

Real-time Earth and Moon phase

Blog Archive

Rating Posts

Ads

Copyright

Creative Commons License
Web hosting for webmasters