Testes de drogas a condutores na gaveta.


Depois de nunca terem ultrapassado as duas dezenas, em todo o País, durante o Verão, a realização de testes de despiste de drogas a condutores caiu, nos últimos meses, para níveis residuais.

De acordo com números obtidos pelo Jornal de Notícias, retirados os casos de condutores envolvidos em acidentes de que resultem mortos ou feridos graves, em que a pesquisa de álcool e drogas é obrigatória, no primeiro mês de vigência da nova legislação (15 de Agosto a 15 de Setembro de 2007) foram feitos 1015 testes aleatórios sobre drogas. Um ano depois, esse valor caiu para números mensais que oscilam entre apenas 9 - como foi o caso em Julho - ou no máximo 20.

«É mais um processo de descredibilização da acção fiscalizadora das polícias», considera Manuel João Ramos, da Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados, que ontem, em Barcelona, foi eleito presidente da Federação Europeia de Vítimas da Estrada.

Admitindo que os testes «custam dinheiro e são morosos» (já que qualquer resultado positivo implica confirmação através de colheita de sangue), o dirigente sustenta ser necessário «mais investimento e planeamento da fiscalização».


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