Atualização do antivírus Panda fez com que o próprio programa fosse considerado malware

 

A Panda Security viveu momentos constrangedores esta semana, depois de um update ao software ter produzido resultados inesperados. Resumindo, o antivírus estava a tentar combater contra si próprio.

Qual é a pior coisa que pode acontecer a um antivírus? Além de não detetar as ameaças, considerar-se a si próprio como uma. E foi este cenário "contraditório" que a Panda Security viveu esta semana, no dia 11 de março, depois de uma atualização de software mal executada. 

Apesar de a empresa espanhola ter reagido rápido, emitindo uma correção de software que resolvia o problema, a verdade é que nas máquinas de alguns utilizadores a situação persistiu e a tecnológica foi obrigada a publicar online tutoriais de resolução. 

O problema afetou o ficheiro de assinatura da solução Panda Cloud Office Protection versão retalho de 2015 e também a versão gratuita do antivírus. Como resultado o programa moveu alguns ficheiros próprios para a quarentena, o que acabou por afetar a estabilidade geral dos sistemas operativos. 

Por exemplo, se o computador do utilizador fosse reiniciado, era perdido o acesso à Internet. 

Apesar de ser uma situação frágil para uma empresa de software de segurança - já que abala a confiança dos consumidores no produto e na marca -, o caso não é isolado ao nível do mercado. A Kaspersky já teve que se bater com uma situação semelhante no passado. 

O caso da Panda acontece poucas semanas depois de a tecnológica ter renovado a suaimagem de marca. 

EI


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