Interpol quer combater crime na Darknet

A agência de polícia internacional tem uma formação específica de cinco dias sobre os serviços Tor, mercados online ilegais e cripto-moedas para ajudar a combater os crimes na Darknet.

A primeira versão do curso de cinco dias terminou agora, em Singapura e estiveram presentes agentes da Interpol de todo o mundo, desde a Indonésia à Suécia. A próxima sessão vai decorrer em Bruxelas, com um novo grupo de formandos, noticia a ZDNet.
A Interpol, para este curso, criou a sua própria Darknet, com cibermoeda privada e um mercado online simulado, recriando o ambiente que se vive no lado oculto da Net. Os alunos do curso usaram os serviços do Tor para perceber como funcionam na realidade e simularam ainda o encerramento dos mercados online.
A privacidade oferecida pelo Tor atrai os criminosos que pretendem usar o sistema para, por exemplo, comprar e vender armas ou drogas online, a coberto do anonimato. Com uma grande vaga de criminosos a manter atividades online, as autoridades têm de estar preparadas para intervir no mundo virtual. Este curso da Interpol vai ajudar a partilhar melhor a informação entre os agentes para que operações como a que acabou com o Silk Road há dois anos se tornem realidade cada vez mais frequentes.
EI


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