Robin: o smartphone que vai decidir qual a melhor forma de arrumar os seus conteúdos

Chegou ao Kickstarter um novo projeto à procura de financiamento. Os promotores já passaram pela Google e pela HTC. Agora criaram um smartphone que promete trazer características de topo de gama para uma faixa de preço mais apetecível e fazer uma gestão inteligente de conteúdos.


O novo projeto na Nexbit chama-se Robin e recorre ao Kickstarter para angariar meio milhão de dólares e tornar real um conceito de telemóvel que alia preço a inovação. Ainda faltam 29 dias para o fim da campanha e metade do objetivo está praticamente alcançado, graças ao contributo de mais de 600 doadores.   
O Robin vai integrar um ecrã de alta definição com 5,2 polegadas, câmara de 13 megapixéis na traseira e de 5 megapixéis na frente. O processador é um Snapdragon 808, apoiado em 3 GB de RAM e numa bateria de 2,680 mAh. Tem ligação USB C, NFC e um leitor de impressões digitais.  
Mas a característica mais inovadora do modelo não está no hardware. É o facto de oferecer 32 gigabytes para armazenamento interno, que podem ser estendidos até aos 100 GB remetendo dados que o utilizador usa menos para a cloud.
A gestão do armazenamento é feita pelo próprio dispositivo, que ao longo do tempo vai recolhendo informação sobre as preferências do utilizador para decidir o que mantém no telemóvel e o que arruma na nuvem.  
 Faz isso, por exemplo, com aplicações que não são usadas durante algum tempo, mas não só. O mesmo tipo de lógica é usado na arrumação de vídeos e fotos. A imagem de capa do conteúdo está no telemóvel, o conteúdo propriamente dito fica guardado na cloud até ser chamado, que é como quem diz, até ser utilizado.   
Para mostrar ao utilizador onde guarda cada conteúdo o Robin também pode usar cores, como faz no caso das app. Quando estão no dispositivo o ícone tem a cor normal, quando estão na nuvem perde cor, mas a qualquer momento é possível voltar a ter todos os recursos que lhe estão associados no telemóvel.
O Robin vai usar Android e será fabricado pela Foxconn, a empresa chinesa que também é responsável pelo fabrico do iPhone. Será comercializado em preto ou azul-escuro e vai custar 399 dólares. Quem participar na campanha de crowdfunding pode conseguir comprar o modelo por 299 dólares, mas num e noutro caso só vai receber o produto em janeiro do próximo ano. 

TeK


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